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Sedec vai reunir secretários municipais para debater políticas de fomento ao turismo em MT
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Um dos temas que devem ser abordados é o financiamento e linhas de crédito disponíveis para que o empresariado possa investir no setor pela Desenvolve MT, agência de fomento ao crédito do Governo de Mato Grosso.
O Desenvolve Turismo dispõe de linha de crédito para microempreendedor individual (MEI), micro e pequenas empresas do segmento que possuem o registro no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos do Governo Federal (Cadastur), com valores entre R$ 20 mil e R$ 1 milhão.
São quatro modalidades de financiamento para projetos de melhorias de obra civil, capital de giro, implantação de placas solares em hotéis, pousadas, veículos utilitários para transporte de turistas, entre outros investimentos.
As condições oferecidas pela Desenvolve MT estão entre as melhores do mercado em termos de prazos, com bônus de adimplência de 30% para pagamento em dia, e taxas de juros variando de 1% a 2% ao mês, dependendo da modalidade, além da opção de garantia como fundo de aval, que facilita o acesso ao financiamento.
O primeiro requisito para acessar o crédito é estar com registro no Cadastur, que deve ser feito no site do Ministério do Turismo sem custo ao empreendedor. Atualmente, há 2.114 prestadores de serviço de Mato Grosso de 15 segmentos diferentes do setor do turismo registrados no sistema. Além disso, a empresa precisa ter sede no Estado e histórico mínimo de 12 meses de faturamento.
Fonte: Governo MT – MT
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0