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Seduc e Grupo GEMTE comemoram colocação da rede estadual de ensino entre as melhores do País

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O GEMTE contribuiu com a criação do Plano EducAção 10 Anos, ferramenta importante para elevar as notas de MT no IDEB

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, acompanhado dos secretários-adjuntos, participou, na quarta-feira (21.08), de uma reunião com os mantenedores do GEMTE – Grupo Empreendedor Mato Grosso em Evolução, em Cuiabá, para falar sobre os avanços do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) 2023 e agradecer o apoio dos empreendedores dado à educação mato-grossense. Os mantenedores ouviram também as expectativas do Estado de ora em diante e em que podem contribuir ainda mais.

O GEMTE, iniciativa formada por empreendedores que apoiam o desenvolvimento da educação no estado, comemorou o avanço no ranking do IDEB nos últimos quatro anos, com Mato Grosso saindo da 22º posição, em 2019, com nota 3,4, para 8º em 2023, com nota 4,2, no Ensino Médio. Houve ainda melhorias nos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental.

O secretário de Educação agradeceu a todos os mantenedores pelo apoio. “O grupo tem sido um grande parceiro. Quero parabenizar o setor produtivo e empresarial pela iniciativa de colocar o tempo de cada um à disposição e investir recursos para contratar a Fundação Falconi, uma das melhores consultorias do país para dar suporte técnico para nós, elevando a régua da educação de Mato Grosso”, ratificou Alan.

Segundo ele, o compromisso do GEMTE, desde o início, foi de apoiar a transformação da educação estadual e colocá-la entre as melhores do País. Para isso, o programa buscou a Fundação Falconi para colaborar com a Seduc-MT em um diagnóstico da educação que detectou deficiências históricas de aprendizagem entre os estudantes de Mato Grosso e grandes oportunidades de evolução e melhoria. O resultado do diagnóstico contribuiu para a criação do Plano EduAção 10 Anos, com suas 30 políticas e mais de 130 ações.

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Para o diretor-presidente mantenedor do GEMTE, Guilherme Scheffer, o reconhecimento foi fundamental para entender como ser relevante, impactar de forma estratégica o desenvolvimento da educação e deixar um legado técnico para apoiar o Governo Estadual e as Prefeituras a transformarem o setor.

“Nossa convicção é que a educação é a mais importante e poderosa ferramenta de transformação social. Acreditamos que todo o indivíduo é capaz de se desenvolver quando tem a oportunidade de uma boa educação, o que nos faz seguir firmes na contribuição para uma educação equitativa e de qualidade, e para que Mato Grosso esteja entre os três melhores estados no IDEB até 2040”, enfatiza Guilherme Scheffer.

Desde 2020, o GEMTE contribui com a construção de um planejamento estratégico que coloca o EducAção 10 Anos como uma política de Estado, com objetivos e metas bem definidas. A evolução recente na posição do IDEB, segundo o diretor-executivo do GEMTE, Guilherme Alves, também é fruto dessa parceria.

“Colaboramos com a elaboração do Plano EduAção 10 Anos, que colocou em prática políticas e ações que atuam desde a Primeira Infância até o Ensino Médio. Isso envolveu 13 entidades do terceiro setor e toda a estrutura técnica da Seduc, em especial, professores e estudantes”, explicou Guilherme.

Ele reforçou que é possível a sociedade organizada apoiar e construir parcerias com os governos e ser relevante na construção de políticas públicas que efetivamente tragam equidade e qualidade a todos.

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O Plano EducAção 10 anos foi lançado em abril de 2022 e regulamentou a implementação de um conjunto de Políticas Públicas para a educação de Mato Grosso até 2032. O diagnóstico feito pela Falconi para elaboração do plano também norteou os objetivos estratégicos do GEMTE em seis pilares: impacto educacional, equidade e diversidade, tecnologia e educação, valorização profissional, gestão para resultado e infraestrutura.

Municípios

Em 2023, o GEMTE ampliou as atividades com os municípios, em parceria com a Fundação Dom Cabral, visando atuar na construção de modelos estratégicos de ação e no monitoramento da implementação de políticas públicas educacionais. Foram desenvolvidos planos estratégicos para as Secretarias Municipais de Educação de Barra do Bugres, Campo Verde, Canarana, Chapada dos Guimarães e Diamantino.

Neste momento acontece o monitoramento e avaliação dos oito planos de ação que foram desenvolvidos em cada um dos munícipios, com o objetivo de fortalecer as ações das Secretarias para atingir as metas que foram definidas na fase anterior.

Sobre o GEMTE

O GEMTE é formado por 24 mantenedores que apoiam o seu objetivo na transformação da educação de Mato Grosso. Por meio da utilização de recursos intelectuais, financeiros e da construção de parcerias, a intenção do programa é contribuir na implementação de programas e projetos de impacto educacional. O objetivo é apoiar, defender e acompanhar a implementação de um amplo programa de desenvolvimento da educação pública municipal e estadual para Mato Grosso, para que o estado se torne uma referência nacional em até 20 anos.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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