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Seduc-MT reforça ações educativas sobre conscientização da dislexia

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) realizou, nesta segunda-feira (16.10), a Parada D da Dislexia, em parceria com a Associação Mato-grossense de Dislexia. A ação faz parte de uma série de iniciativas que serão realizadas neste mês para conscientizar sobre a dislexia na Rede Estadual de Ensino.

A dislexia é um transtorno específico de aprendizagem que afeta a leitura, o reconhecimento, a decodificação, a compreensão e a soletração de palavras, prejudicando o desempenho escolar. Até pouco tempo atrás, a origem desse transtorno era desconhecida, o que levava a uma falta de compreensão e ao estigma das pessoas com este transtorno.

Durante a iniciativa, o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, entregou aos servidores os laços azuis e laranjas, que simbolizam a inteligência, tecnologia, educação, futuro, saúde, alegria, criatividade e comunicação, e ressaltou a importância da conscientização sobre a dislexia para o desenvolvimento de uma educação inclusiva e do apoio adequado aos estudantes que enfrentam esse transtorno.

“Esse é um ato simbólico, mas que pode ter um impacto bem significativo na vida dos estudantes que enfrentam esse transtorno. A Seduc ao participar dessa iniciativa, demonstra seu compromisso com a criação de um ambiente escolar mais inclusivo, onde cada aluno, independentemente de suas dificuldades, tenha a oportunidade de prosperar”, disse Alan.

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Segundo a presidente de honra da associação, Gabrielle Coury de Andrade, o trabalho realizado pela DislexiaMT nos últimos nove anos resultou em oito projetos de lei voltados para pessoas com dislexia. “Essas leis têm ajudado muitas famílias, inclusive com diagnósticos que antes eram desconhecidos”.

O coordenador de Ensino Fundamental da Seduc, Diego Aureliano da Silva, afirmou que essa ação é apenas o começo do atendimento aos estudantes da rede que apresentam transtornos de aprendizagem.

“A Seduc está ampliando essas ações para que todos os estudantes recebam atendimento especializado e de qualidade, fortalecendo as metas do Programa Educação 10 anos, que busca colocar Mato Grosso entre os 10 estados com os maiores níveis de educação do país”, manifestou.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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