MATO GROSSO
Sema devolve cateto à natureza e entrega arara para guardião após resgate em Guarantã do Norte
MATO GROSSO
Após o resgate feito pela equipe municipal, os servidores da unidade regional da Sema constataram que o animal foi encontrado com um bom estado de saúde, sem nenhum tipo de ferimento. Por isso, não foi necessário submetê-lo a cuidados médicos. Assim, a equipe iniciou a preparação do animal para a devolução à natureza.
O porco cateto foi solto em uma área de mata que possui outros animais de sua espécie.![]()
Arara Canindé
Na última semana, uma arara Canindé, que também foi resgatada em uma residência de Guarantã do Norte, foi entregue a um guardião.
A arara foi encontrada por uma moradora do bairro Cotrel, caída em seu quintal. Ela entrou em contato com unidade descentralizada da Sema em Guarantã do Norte para realizar o resgate.
A ave foi levada para avalição de um médico veterinário, que não constatou fratura. Então, ela foi entregue para um guardião da cidade de Matupá, que possui em sua propriedade uma grande área de mata para soltura de animais silvestres.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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