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Sema e PM apreendem três tratores e madeira extraída ilegalmente em Nova Maringá

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), em parceria com a Polícia Militar Ambiental de Barra do Bugres, apreendeu 89 m³ de madeira extraída ilegalmente, três tratores utilizados para arraste das toras e três motosserras, durante Operação Amazônia, realizada em Nova Maringá (367 km distante de Cuiabá).

A operação foi conduzida pela Diretoria de Unidade Desconcentrada da Sema de Tangará da Serra entre os dias 17 a 21 de julho. As equipes em campo flagraram a extração de madeira e o arraste de toras sem autorização.

Três pessoas foram vistas executando o crime ambiental, uma fugiu em direção a mata, e dois suspeitos foram conduzidos até a delegacia de São José do Rio Claro. Além do flagrante, foi identificado o armazenamento de toras em esplanadas, indicando que o crime acontecia há alguns dias no local. Os tratores foram removidos com auxílio da Prefeitura de Nova Maringá, e a madeira doada para o Executivo municipal.

A quantificação da área atingida pela exploração seletiva em área de floresta será realizada posteriormente através de imagens de satélite, para subsidiar o cálculo da multa ambiental.

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O flagrante da ação criminosa foi possível pela utilização de imagens de satélite que informam o local exato da infração por meio de “alertas” de mudança de vegetação. O sistema monitora em tempo real todo o território de Mato Grosso.

Operação Amazônia

A Sema intensificou a fiscalização ambiental com a Operação Amazônia, lançada em março deste ano. Em julho, foram colocadas 24 equipes em campo ao mesmo tempo para combater o desmatamento ilegal, totalizando mais de 120 pessoas.

Quem se deparar com um crime ambiental deve denunciar por meio dos contatos: da Polícia Militar (190), ouvidoria da Sema (0800 065 3838) ou pelo novo WhatsApp para denúncias (65) 98153-0255.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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