MATO GROSSO
Sema empossa 65 novos analistas do Cadastro Ambiental Rural
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) recebeu, nesta segunda-feira (20.06), os 65 novos analistas do Cadastro Ambiental Rural (CAR) que foram selecionados por meio de Processo Seletivo.
A recepção aos novos servidores teve a presença do vice-governador Otaviano Pivetta, que falou sobre a confiança depositada em cada um dos representantes que passam a integrar a equipe da Sema. “Com a boa gestão do setor público e do Estado é que vamos promover as grandes mudanças na sociedade”.
A secretária Mauren Lazzaretti falou sobre a importância da função e do trabalho em equipe. “Todos têm um papel significativo no resultado final deste trabalho. Continuaremos seguindo nessa gestão até o final com as portas abertas, com transparência, com diálogo e com comprometimento”.
A gestora destacou que Mato Grosso é o Estado mais avançado na implementação do Código Florestal brasileiro, dado que foi publicamente reconhecido pelo Serviço Florestal Brasileiro e diversos outros focos de observação da implementação do Código Florestal.
“Mato Grosso é um estado vocacional do agronegócio. Para nós é importante a regularização dos imóveis rurais. Um desafio gigante ajudar o estado a continuar na liderança da implementação do Código Florestal, fazer isso com excelência e ser modelo para o restante do Brasil, que é o que estamos fazendo hoje”, finalizou Mauren.
O Superintendente de Regulação e Monitoramento Ambiental da Sema, Felipe Klein, ressaltou que o CAR em Mato Grosso está na dianteira, desde a sua implantação, legislação e cadastramento. “Temos que avançar na análise e validação dos cadastros e passar para próxima etapa, de apresentar um projeto de recuperação das áreas degradadas ou compensação de suas áreas para desta forma chegar ao estágio final, que é a manutenção e recuperação da floresta”.
Também prestigiaram as boas-vindas a delegada Alana Cardoso, representando a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), que falou sobre a parceria entre os órgãos para o desenvolvimento do trabalho; a secretária adjunta de Gestão Ambiental, Luciane Bertinatto, que destacou que Mato Grosso está à frente de outros estados por conta de seu pioneirismo, citando o início em 2006, com a criação do programa ‘Lucas do Rio Verde Legal’ até as melhorias feitas pela gestão atual; e o Coordenador do CAR, Fabiano Artmann, que reforçou a importância do trabalho em equipe.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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