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Senac-MT comemora aniversário da capital com aula-show de culinária regional

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No dia em que Cuiabá completa 304 anos de fundação, neste sábado (8), o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial em Mato Grosso (Senac-MT) promoverá uma aula-show de gastronomia para comemorar o aniversário da capital mato-grossense e valorizar a culinária regional.

O evento integra a programação do ‘Sistema Fecomércio-MT Celebra Cuiabá’, evento que inicia hoje (6) e segue até domingo (9), com ações abertas à população e gratuitas do Senac-MT e do Serviço Social do Comércio (Sesc-MT). A aula-show será realizada no Sesc Arsenal, a partir das 18h.
“Localizada no coração da América do Sul, Cuiabá é conhecida pela diversidade, calor humano e hospitalidade do seu povo. Sua rica história, cultura e, especialmente, a culinária é destaque no cenário nacional. E é a partir desse propósito que queremos reunir a população cuiabana para compartilhar os sabores regionais e esse sentimento de celebração à cidade”, destaca o diretor regional do Senac-MT, Edson Dahmer.
As receitas serão preparadas pela chefe de cozinha Pricila Manzano, instrutora de cursos de gastronomia da instituição de educação profissional. Ela explica que apesar de haver outros preparos tradicionais de arroz com carne, como o baião de dois no Nordeste e o arroz de carreteiro no Sul, eles são feitos com ingredientes e métodos diferentes dos usados em Mato Grosso para fazer a Maria Izabel.
“Quando se fala em culinária regional, esses são pratos que ajudam a contar boa parte dos mais de três séculos de história de Cuiabá. O surgimento da farofa de banana e da Maria Izabel remonta à época da guerra do Paraguai, quando a fronteira fluvial por onde chegavam os alimentos foi fechada e as plantações de banana, a criação de gado e os engenhos de farinha contribuíram para o desenvolvimento culinário dessas comidas tão tradicionais da ‘cuiabania’”, conta a chefe que compartilhou as receitas abaixo.
O público presente poderá ainda usufruir dos serviços de saúde oferecidos por instrutores e alunos do curso Técnico em Enfermagem do Senac-MT, como aferição de pressão e teste de glicemia, conferir o lançamento e exibição de obras audiovisuais, apresentações artísticas, entre outras atrações.
Maria Izabel
 
Ingredientes
1 quilo de carne-seca ou charque
½ quilo de arroz
6 xicaras de (chá) de água
6 dentes de alho socado
1 cebola picada
1 pimentão
2 colheres de (sopa) de salsa e de cebolinha verde picadas
4 tomates sem semente
1 xícara de óleo
Sal e pimenta do reino a gosto
Modo de preparo
Corte a carne seca em cubos médios, deixe os cubos um pouco de molho e lave até sair todos o sal. Tempere a carne seca só com alho. Em uma panela, aqueça o óleo, junte a carne picada e frite até dourar, mexendo sempre. Adicione água aos poucos, para cozinhar e ficar macia. Coloque a cebola, tomate e pimentão, refogando. Adicione o arroz e frite bem. Cubra com água, misture delicadamente e deixe ferver.
Prove o sal e, se necessário, acrescente mais um pouco. Diminua o fogo com a panela tampada. Quando o arroz estiver cozido, retire-o do fogo e mexa-o ligeiramente com um garfo até soltar os grãos. Salpique a salsa e a cebolinha. Sirva quente.
Farofa de banana da terra
 
Ingredientes
3 bananas da terra maduras
½ quilo de farinha de mandioca
1 cebola média picada
Sal a gosto
Óleo para fritar
2 colheres de (sopa) de manteiga
Modo de preparo
Descasque as bananas e corte em cruz (+) não muito fina. Frite-as até dourar bem e reserve. Na mesma panela, retire o excesso de óleo, coloque a manteiga, doure a cebola picadinha, junte a banana frita, mexendo e adicionando a farinha de mandioca, aos poucos. Prove o sal e continue mexendo mais ou menos por uns três minutos até que a farofa fique homogênea. Sirva em temperatura ambiente.
Serviço
 
’Sistema Fecomércio-MT Celebra Cuiabá’
8 de abril
Sesc Arsenal (rua Treze de Junho, s/nº, Centro Sul, Cuiabá-MT)
17h – Exposição de livros com autores cuiabanos I varanda
18h – Atendimento de saúde do Senac-MT I jardim
18h – Feira gastronômica e economia criativa I varanda
18h – Aula-show de culinária regional I jardim
19h – Estreia do documentário ‘Sesc Celebra Cuiabá’ I cinema
19h – Apresentação de música com Pescuma, Henrique e Claudinho I jardim
O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.
Por Assessoria de Imprensa/Senac-MT (Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/IPF-MT)

Contato: Maicon Oliveira

Telefone & WhatsApp: 65 9 9909-8332

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E-mail: imprensa@mt.senac.br

O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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