MATO GROSSO
Servidores do Ciosp participam de curso para atendimento às mulheres vítimas de violência
MATO GROSSO
Instalado na sede da Sesp, o Ciosp concentra os chamados para atendimento de urgência e emergência de Cuiabá e Várzea Grade por meio dos números 190, 197, 181 e 193.
“Trata-se da maior capacitação feita entre servidores do Ciosp até o momento. Esta é uma iniciativa do secretário de Segurança Pública, coronel César Roveri, juntamente com a tenente-coronel Emirella Martins, coordenadora de Polícia Comunitária, visando capacitar tanto os atendentes da empresa terceirizada DSS que atendem o 190 como os despachadores da Polícia Civil e da Polícia Militar, para aprimorar e garantir atendimento digno a essas mulheres vítimas da violência doméstica”, afirma o superintendente do Ciosp, Claudio Alvarez Santana.![]()
Coordenadora de Polícia Comunitária e Direitos Humanos da Polícia Militar, tenente-coronel Emirella Martins, reforça a importância do curso.
“A ideia é capacitar e preparar os policiais tecnicamente, muni-los de conhecimentos, habilidades e competência para que possam fazer esse trabalho de atendimento à mulher em situação de violência doméstica justamente pela situação delicada e complexidade do fato. Assim como um policial tem que estar preparado tecnicamente para um roubo a banco, ele tem que estar preparado para poder fazer o atendimento à mulher vítima de violência doméstica”, ressaltou.
Participante do curso, o tenente Alex Robert entende que o treinamento contribui para o aprimoramento de conhecimentos por parte de cada um dos servidores do Ciosp.
“Serve para nosso aperfeiçoamento, no sentido de amenizar o impacto às vítimas de violência doméstica, dando maior atenção para elas, usando de empatia no atendimento e buscando colher o maior número de dados possíveis para poder prestar um serviço com maior qualidade”, disse.
Neste primeiro dia de curso, o tema “Legislação Aplicada à Proteção da Mulher” foi abordado pela juíza de Direito Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa, da 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá.
“Abordaremos toda evolução da legislação, como a partir de quando a mulher apareceu na Constituição da República, a partir de quando foi declarado que homens e mulheres são iguais perante a lei, quais foram as mudanças para a mulher vítima da violência doméstica após a Lei Maria da Penha, as alterações que essa lei teve e toda legislação que visa dar proteção à mulher”, destacou.
A capacitação segue até o dia 18 de abril.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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