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Servidores do Ciosp participam de curso para atendimento às mulheres vítimas de violência

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) iniciou, nesta segunda-feira (10.04), capacitação de servidores do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) para atendimento às ocorrências de mulheres vítimas de violência doméstica. Ao todo, 110 servidores, entre efetivos da Segurança Pública e terceirizados, participam do treinamento.

Instalado na sede da Sesp, o Ciosp concentra os chamados para atendimento de urgência e emergência de Cuiabá e Várzea Grade por meio dos números 190, 197, 181 e 193.

“Trata-se da maior capacitação feita entre servidores do Ciosp até o momento. Esta é uma iniciativa do secretário de Segurança Pública, coronel César Roveri, juntamente com a tenente-coronel Emirella Martins, coordenadora de Polícia Comunitária, visando capacitar tanto os atendentes da empresa terceirizada DSS que atendem o 190 como os despachadores da Polícia Civil e da Polícia Militar, para aprimorar e garantir atendimento digno a essas mulheres vítimas da violência doméstica”, afirma o superintendente do Ciosp, Claudio Alvarez Santana.

Coordenadora de Polícia Comunitária e Direitos Humanos da Polícia Militar, tenente-coronel Emirella Martins, reforça a importância do curso.

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“A ideia é capacitar e preparar os policiais tecnicamente, muni-los de conhecimentos, habilidades e competência para que possam fazer esse trabalho de atendimento à mulher em situação de violência doméstica justamente pela situação delicada e complexidade do fato. Assim como um policial tem que estar preparado tecnicamente para um roubo a banco, ele tem que estar preparado para poder fazer o atendimento à mulher vítima de violência doméstica”, ressaltou.

Participante do curso, o tenente Alex Robert entende que o treinamento contribui para o aprimoramento de conhecimentos por parte de cada um dos servidores do Ciosp.

“Serve para nosso aperfeiçoamento, no sentido de amenizar o impacto às vítimas de violência doméstica, dando maior atenção para elas, usando de empatia no atendimento e buscando colher o maior número de dados possíveis para poder prestar um serviço com maior qualidade”, disse.

Neste primeiro dia de curso, o tema “Legislação Aplicada à Proteção da Mulher” foi abordado pela juíza de Direito Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa, da 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá.

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“Abordaremos toda evolução da legislação, como a partir de quando a mulher apareceu na Constituição da República, a partir de quando foi declarado que homens e mulheres são iguais perante a lei, quais foram as mudanças para a mulher vítima da violência doméstica após a Lei Maria da Penha, as alterações que essa lei teve e toda legislação que visa dar proteção à mulher”, destacou.

A capacitação segue até o dia 18 de abril.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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