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SES capacita profissionais de saúde para atuarem como doutores palhaços

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A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) concluiu, nesta semana, a formação de 21 profissionais do Hospital Regional de Alta Floresta e da Atenção Básica do município no curso de doutores palhaços. A capacitação iniciou no mês de março e durou três meses; os servidores compõem a sétima turma formada por iniciativa do Estado.

A capacitação integra o projeto “Saúde com Alegria: Doutores Palhaços no Estado de Mato Grosso”, idealizado pela Superintendência de Atenção à Saúde da SES e realizado por meio da Coordenadoria de Promoção e Humanização da Saúde.

O curso é voltado aos servidores da SES e das Secretarias Municipais de Saúde que atuam nas unidades onde o projeto será aplicado. A ação tem o objetivo de levar acolhimento e proporcionar bem-estar aos pacientes durante os atendimentos hospitalares.

O superintendente de Atenção à Saúde da SES, Diógenes Marcondes, destacou a atuação dos doutores palhaços como mais uma forma de auxiliar no apoio aos pacientes e familiares.

“O projeto Doutores Palhaços é uma forma de levar alegria e conforto aos pacientes, familiares e até mesmo à equipe hospitalar, transformando o ambiente em um espaço mais acolhedor. Além das interações proporcionadas por eles serem uma forma de aliviar o estresse, a ansiedade e a dor, contribui para a melhora do estado emocional dos pacientes e potencialmente aceleram a recuperação”, explicou o gestor.

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A atuação no município de Alta Floresta é pioneira dentro do programa, pois possibilita a promoção de saúde e as visitas com os Doutores Palhaços às Unidades Básicas de Saúde (UBS).

“O município de Alta Floresta está sendo pioneiro no avanço dos Doutores Palhaços para a Atenção Primária. Os profissionais capacitados podem atuar em espaços como salas de espera, departamentos administrativos e locais onde ocorrem atividades voltadas para grupos, sempre impactando gestores, trabalhadores e usuários”, acrescentou o superintendente.

A coordenadora de Promoção e Humanização da Saúde da SES, Rosiene Pires, destacou que o projeto integra sete unidades de atendimento médico, entre hospitais da capital e do interior do estado, e segue expandindo com uma nova unidade em Cuiabá.

“O projeto também está implantado no Hospital Estadual Santa Casa, em Cuiabá, nos Hospitais Regionais de Sinop, Sorriso, Rondonópolis, no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), no Hospital São Benedito e no Pronto Socorro de Cuiabá. No âmbito da Atenção Básica, o município de Alta Floresta é pioneiro. O profissional capacitado atua como uma ‘antena’, captando todos os sinais do ambiente em que está e, com o desenvolvimento das capacidades de expressão por meio do corpo e face, consegue realizar o trabalho lúdico com pacientes, acompanhantes e servidores”, disse.

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Durante o curso, os profissionais da saúde foram apresentados a diversos exercícios de expressão corporal, facial, de percepção cognitiva e propriocepção dos espaços.

Atualmente, o projeto conta com 83 doutores palhaços em atuação, e mais nove estão em fase final de formação para atuarem na humanização do ambiente hospitalar e das Unidades Básicas de Saúde.

Quem são os Doutores Palhaços?

Os doutores palhaços são servidores capacitados na arte da palhaçaria para atuarem em hospitais e unidades de saúde, com o objetivo de levar alegria e conforto a pacientes, acompanhantes e servidores, criando assim acolhimento e um ambiente mais leve.

A prática dos doutores palhaços atua na liberação de hormônios como a endorfina, serotonina e dopamina, auxiliando no bem-estar físico e emocional e contribuindo para a evolução do estado geral dos pacientes.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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