MATO GROSSO
SES orienta população que atualize dados cadastrais nas Unidades Básicas de Saúde
MATO GROSSO
A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) orienta que a população mato-grossense atualize os dados cadastrais nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de seus respectivos municípios.
A medida é importante para aqueles que aguardam algum atendimento eletivo via Sistema Único de Saúde (SUS), pois é por meio das informações pessoais, como o número de telefone, que as equipes de Regulação entram em contato com os pacientes.
De acordo com a secretária adjunta de Regulação da SES, Fabiana Bardi, com o retorno dos atendimentos eletivos e incentivo do programa Mais MT Cirurgias, os municípios têm como desafio contatar o paciente que está na fila da regulação.
“É importante que as pessoas procurem a unidade básica de saúde de referência para o seu bairro e atualize os dados como telefone e endereço. Dessa forma, os municípios não terão dificuldades em localizar o paciente que aguarda por uma consulta, exame ou cirurgia na Rede Pública de Saúde”, explica a gestora.
O Mais MT Cirurgias impulsiona a realização dos procedimentos eletivos por meio de um investimento de aproximadamente R$ 105 milhões que possibilita a realização de até 138 mil procedimentos eletivos.
Segundo a coordenadora da Ouvidoria Setorial da SES, Marisa Dorilêo Negretti, o setor recebe entre 10 e 20 ligações por dia de pessoas questionando a data do seu procedimento.
“Eles perguntam para nós [da Ouvidoria] se vão ser chamados. Temos reforçado a orientação de que atualizem o cadastrado na unidade de saúde mais próxima, como Policlínica e unidades do Programa de Saúde da Família (PSF)”, explicou Marisa.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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