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SES realiza mais duas cirurgias de implante coclear pelo SUS em MT

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O Hospital Estadual Santa Casa e o Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac), unidades administradas pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), realizaram mais duas cirurgias para implante coclear via Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso.

Os dois procedimentos foram realizados na sexta-feira (30.06). Cada um durou cerca de 4 horas. Não houve intercorrência e os pacientes estão estáveis, em observação.

“Esta é uma cirurgia importante que passou a fazer parte do rol de procedimentos disponibilizados na Rede Estadual de Saúde. A atual gestão tem trabalhado incansavelmente para ampliar a cartela de serviços ofertados em todos os nossos hospitais e unidades especializadas. Os usuários do SUS são os principais beneficiados com os resultados desse trabalho”, disse o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Conforme o secretário adjunto de Unidades Especializadas da SES, Antônio Luiz Ferreira, outras 12 cirurgias para implante coclear devem ocorrer até o mês de setembro deste ano. “Os pacientes que precisam do implante de coclear são regulados para a unidade especializada do Cridac, avaliados por especialistas do local, e depois encaminhados para realizar o procedimento no Hospital Estadual Santa Casa”, explicou.

O implante coclear é indicado para pacientes com perdas auditivas severas e profundas, que não tiveram resultado com aparelhos auditivos tradicionais.

Conforme explica a diretora do Cridac, Suely Souza Pinto, a vida do paciente ganha novas perspectivas após implante. “A capacidade de ouvir aumenta a autoconfiança e melhora o relacionamento com a família, amigos e colegas de trabalho, além de permitir oportunidades sociais e de emprego mais amplas”, avaliou.

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Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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