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Sesp entrega pistolas Glock para Comandos Regionais em Peixoto de Azevedo e Nova Mutum

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MATO GROSSO

A Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp) entregou, nesta segunda-feira (05.06), novas armas de fogo para os policiais militares dos Comandos Regionais de Peixoto de Azevedo e Nova Mutum. Ao todo foram 330 pistolas calibre .9mm, da fabricante austríaca Glock, consideradas as mais modernas do mercado. O Comando Regional de Peixoto também recebeu quatro fuzis novos.

O armamento faz parte de um conjunto de 6 mil pistolas Glock, que serão entregues a todos os policiais do Estado, garantindo que todos tenham sua própria arma em cautela permanente para as ações de policiamento cotidiano nos municípios.

“O Governo de Mato Grosso vem investindo fortemente na segurança pública e não somente em armamento, mas em tecnologia e uma série de avanços como um todo. Estamos entregando as pistolas Glocks e todos policiais militares dos municípios pertencentes ao 14º e 15º Comando Regional terão sua arma de porte individual em definitivo, garantindo mais segurança para a população”, destacou o secretário de Segurança Pública, coronel César Augusto Roveri.

Para o comandante do 14º CR em Nova Mutum, coronel Lara Filho, a entrega das armas é a realização de um sonho de muitos militares. “Quando entramos na academia, em 1995, nós sonhávamos com essa possibilidade de cada policial ter um armamento próprio para fazer a sua segurança. Hoje é realidade e nós agradecemos ao comandante-geral, coronel Mendes, ao secretário de Segurança, coronel Roveri, e ao governador do Estado, que se sensibilizou e trouxe a oportunidade para a Polícia Militar”.

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Lara destacou que as pistolas da marca Glock são renomadas, de fácil manutenção e empregabilidade. “Elas fazem com que nosso policial tenha o poder de fogo maior e a garantia de ter uma pistola cautelada 24 horas com ele. Isso dá segurança para nosso policial e ele vai ter toda tranquilidade para fazer a manutenção da sua pistola, garantindo a segurança dele para externar a segurança para a sociedade”, acrescentou.

O comandante do 15° CR em Peixoto de Azevedo, tenente-coronel Fábio Mota, pontuou que nove municípios e um distrito serão beneficiados pelas armas. “Todos os municípios serão atendidos por esses novos equipamentos de última geração para prestarmos um serviço de qualidade para toda população da região de Peixoto do Azevedo”, pontuou.

Além dos agentes da segurança pública, gestores dos municípios da região prestigiaram os eventos de entregas. Um deles foi o vice-prefeito de Nova Mutum, Alcindo Uggeri, que aproveitou para parabenizar os militares. “A Polícia Militar é motivo de orgulho. Parabéns pelo trabalho que vocês fazem, colocando suas vidas em risco para proteger o cidadão. Continuem assim, que esse estado precisa muito dos senhores”.

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Também acompanharam as entregas o comandante-geral da PMMT, coronel Alexandre Mendes, o secretário-adjunto de Integração Operacional, coronel Claudio Fernando Carneiro Tinoco, e o subchefe de Estado Maior da PMMT, Wilker Soares Sodré.

Aparelhamento

No mês de maio, o Governo de Mato Grosso entregou 2,6 mil pistolas aos 1º e 2º Comandos Regionais, de Cuiabá e Várzea Grande, respectivamente, 300 pistolas para o 6º CR, situado em Cáceres, 147 pistolas para o 12º CR, em Pontes e Lacerda, 126 para o 10º CR, em Vila Riva, e 196 para atender o 13º CR, em Água Boa.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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