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Setasc e gestores de 141 municípios aprovam orçamento de R$ 28,3 milhões para a assistência social

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A aprovação do orçamento do cofinanciamento da Assistência Social para os 141 municípios de Mato Grosso ocorreu na 1ª Reunião Ordinária da Comissão Intergestores Bipartite do Sistema Único de Assistência Social (CIB-SUAS), coordenada pela secretária interina de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT), Grasielle Bugalho, nesta quarta-feira (08.02).  O novo orçamento triplicou do ano passado para este ano, passando de R$ 9 milhões para R$ 28,3 milhões.

A secretária Grasielle abriu a reunião anunciando a criação por lei estadual do programa Ser Família, que será executado em parceria com os municípios a partir de março. Ela destacou a importância dos gestores municipais realizarem o cadastramento e o monitoramento das famílias em vulnerabilidade social.

“Isso é imprescindível para que as ações realmente cheguem a quem mais precisa. O Ser Família foi idealizado com muito carinho pela primeira-dama, Virginia Mendes. Então vamos trabalhar para que o mesmo seja executado plenamente”, disse a secretária interina da pasta.

Grasielle explicou que o programa Ser Família passará a atender em cinco vertentes. São elas: Ser Idoso, voltado às pessoas idosas; Ser Criança, destinado à compra exclusiva de vestuário, itens básicos de uso pessoal e materiais escolares e às mulheres chefes de família com crianças; Ser Inclusivo, que beneficia pessoas com deficiência (PCD); Ser Indígena, voltado aos povos indígenas; e o Ser Mulher, destinado exclusivamente ao custeio de auxílio aluguel para as mulheres vítimas de violência doméstica.

Além do programa, a representante da Setasc confirmou outras ações em parceria com a Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (Unaf), com o apoio da primeira-dama, Virginia Mendes, que atua como voluntária.

“Terão continuidade na gestão programas como o Aconchego, com as entregas de cobertores; o mutirão da cidadania; o Ser Família Solidário, com as doações de cestas básicas; e o Casamento Abençoado”, afirmou.

Continuarão também os programas voltados para a segurança alimentar, por meio de ações do Governo de Mato Grosso, com o funcionamento do restaurante Prato Popular, que serve refeições diária por R$ 1,00, assim como o programa Nota MT, que incentiva o exercício da Cidadania Fiscal estimulando os cidadãos a exigirem nota fiscal e, em contrapartida, concorrem a prêmios em dinheiro, além de contribuírem com a manutenção de serviços sociais mediante a doação de parte dos recursos para instituições sociais sem fins lucrativos. O cadastro dessas instituições é realizado pela Setasc.

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“Se alguém tiver alguma dúvida em como cadastrar a entidade do seu município que possa vir a ser beneficiada pelo Nota MT, nossa equipe da Cidadania pode orientar. É um recurso muito interessante que chega direto para as entidades”, orientou a secretária

O programa Ser Família Habitação, mencionado pela secretária Grasielle na CIB, já possui 79 municípios conveniados para a construção de casas populares com a previsão de mais aporte de recursos do governo para ampliar o número de municípios a serem contemplados.

“Outro programa que terá continuidade e com crescimento de oferta de vagas é o Capacita MT, com 50 mil vagas com portfólio de 75 cursos profissionalizantes. Cada município escolherá qual curso será ofertado, pois ninguém conhece melhor os municípios do que os seus gestores”, ressaltou a secretária.

A presidente do Conselho Estadual de Gestores Municipais da Assistência Social (Coegemas-MT), Jucélia Ferro, destacou a priorização do Governo de Mato Grosso para a assistência social. “Dá para percebermos a priorização da assistência social para os municípios. Como presidente do Coegemas, agradeço o Governo do Estado, a nossa primeira-dama Virginia e a secretária interina Grasielle, além de toda a equipe, pela sensibilidade, pela maneira que está recebendo os municípios. É uma forma maravilhosa, acessível de ouvir as demandas do município e entender realmente o que precisa lá na ponta. O importante é que os municípios tenham essa ajuda, essa contribuição para poder ajudar as pessoas que mais necessitam”, finalizou a presidente.

Plantão técnico

No período da manhã desta quarta-feira (08), a Setasc realizou o plantão técnico para tirar dúvidas dos gestores municipais de vários municípios. A medida se deve aos diversos pedidos de orientações enviados via WhatsApp e por e-mail da pasta entre os meses de dezembro do ano passado e janeiro deste ano. Secretárias municipais de Assistência Social dos municípios: de Várzea Grande, Diamantino, Nova Guarita, Confresa, Paranatinga, Sapezal, dentre outros foram atendidos pelos técnicos e sanaram suas dúvidas a respeito dos programas sociais, a exemplo, do programa Ser Família. 

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De acordo com Juliane Maciel, secretária adjunta do Programa e Projetos Especiais e Atenção à Família (Sappeaf), os municípios receberam as instruções para o preenchimento de documentos referentes ao Ser Família para o Cadastro Único das famílias, juntamente com o ofício e termo de adesão das prefeituras.

“Fica a cargo do município fazer a triagem das famílias para receberem o benefício, seja em qualquer das seguintes vertentes: Ser Criança, Ser Inclusivo, Ser Indígena, Ser Idoso e o Ser Mulher. Temos explicado a importância de o município acompanhar essas famílias, porque muitos não recebem o benefício, como o Auxílio Brasil, e, no entanto, estão em vulnerabilidade na lista de espera”, destacou Maciel.

Ângela dos Santos, assistente social do município de Conquista D’Oeste, distante mais de 500 km da capital, afirmou que ao participar deste plantão técnico pode conhecer melhor os programas e tirar suas dúvidas.

“Esse encontro nos auxilia muito em nosso trabalho. Aqui tivemos a oportunidade de conhecer os programas e tirar as dúvidas pessoalmente com a equipe da Setasc, nos preparando para retornar ao município com muito mais conhecimentos”, pontuou a assistente social.

Para a Ana Raquel Ribeiro, primeira-dama e secretária de Assistência Social de Santa Terezinha (1.274 km de Cuiabá), que viajou mais de 15 horas para participar da 1ª Reunião Ordinária da CIB, este momento é inestimável porque possibilita contato direto com a equipe técnica da Setasc.      

  

“Esse contato sana nossas dúvidas com mais propriedade, mesmo que tenhamos o auxílio da tecnologia. Faço questão de estar presente em um momento como este, já que com a pandemia houve uma perda deste contato pessoal. É uma oportunidade de conhecer outros gestores, trocas experiências e aprender com elas. Além das capacitações que a Setasc nos proporciona, que também são importantes, temos sempre que buscar informações e levá-las para o nosso município”, concluiu a primeira-dama municipal.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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