MATO GROSSO
PrimePark oferece 5 mil vagas de estacionamento a R$ 20
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O estacionamento da Arena Pantanal estará aberto a partir das 12h deste domingo (20) para os torcedores que vão assistir ao clássico da Supercopa, entre Atlético-MG e Flamengo.
O local é gerenciado pela empresa PrimePark, que disponibilizará cerca de 5 mil vagas e três portões para acesso, um a mais que o habitual.
De acordo com o empresário Omar Hammoud, proprietário da PrimePark, o estacionamento e as ruas no entorno da Arena estarão abertos ao público.
“Nós teremos o maior jogo que a Arena Pantanal já recebeu, maior até que os jogos da Copa. Estamos preparados com uma megaestrutura para atender os torcedores”, afirmou o empresário.
A Polícia Militar chegou a divulgar um vídeo na noite de sábado (19) anunciando que as vias do entorno da Arena estariam fechadas e os torcedores teriam que chegar a pé. Hammoud, no entanto, garantiu que o público terá pleno acesso ao local.
O estacionamento estará aberto a partir das 12h, com o preço de R$ 20 para carro e R$ 10 para motos.
O clássico entre Atlético-MG e Flamengo tem início às 15h. A orientação é que o público chegue com ao menos duas horas de antecedência.
FONTE/ REPOST: CINTHIA BORGES – MÍDIA NEWS
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0