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Setasc entrega 200 cestas de alimentos para indígenas da etnia Boe-bororo

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), por meio do Programa SER Família Indígena, inicia o mês de maio entregando 200 cestas de alimentos e kits de higiene e limpeza para famílias indígenas da etnia Boe-Bororo, na aldeia Meruri, no município de General Carneiro. Também foram entregues brinquedos e doces para as crianças. As entregas tiveram a presença da primeira-dama Virginia Mendes.

O Programa SER Família Indígena foi idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes e vem sendo colocado em prática pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Setasc e das Secretarias de Educação (Seduc) e de Agricultura Familiar (Seaf).

“Fico muito feliz de ver o SER Família Indígena como um programa de governo, que tem alcançado outros órgãos para poder levar os benefícios e as melhorias que nossos irmãos indígenas precisam e merecem. Este ano, espero que consigamos chegar ao maior número possível de aldeias e etnias, levando, além dos benefícios, o nosso amor e carinho”, disse a primeira-dama Virginia Mendes.

A secretária Grasi Bugalho, da Setasc, explicou que o SER Família Indígena, que é desenvolvido em parceria com outros órgãos do Governo, leva segurança alimentar, por meio das cestas de alimentos, e auxílio financeiro, por meio da transferência de renda realizada através do Cartão do SER Família Indígena.

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“Estamos fazendo um trabalho diferenciado, cadastrando as famílias indígenas para conseguir entregar uma política pública eficiente para a população indígena. E tudo isso é feito com muito amor, carinho e dedicação, conforme nos é demandado pela nossa primeira-dama”, completou Grasi.

O cacique geral da Terra Indígena Merure, Osmar Rodrigues Aeroenoguaijiwu, falou sobre a importância da entrega das cestas para as famílias da etnia Boe-bororo.

“Tudo isso é muito bem-vindo, pois temos várias famílias que precisam desse apoio que o Governo do Estado nos dá. É um apoio muito importante, e vai ajudar as famílias a fazerem um complemento da renda que elas já têm em casa”, completou.

Desde o início do ano, a Setasc já realizou a entrega de aproximadamente 3 mil cestas de alimentos e kits de higiene e limpeza para famílias indígenas de diversas etnias em todo o Estado, como os Guató, Xavante, Paresi, Boe-bororo, Nambikwara, Yudjá/Juruna e Kayabi.

Em 2023, 7.143 famílias indígenas foram atendidas pelo programa SER Família Indígena, por meio da entrega de cestas de alimentos e kits de higiene.

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Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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