Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

STF “barra” Botelho de concorrer à Presidência da ALMT; Max Russi é o mais cotado

Publicados

MATO GROSSO

Após consulta ao Supremo Tribunal (STF), sobre a legalidade de concorrer pela 4ª vez à Presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) – o deputado Eduardo Botelho (União), comunicou, na noite desta terça-feira (22.11), aos 14 parlamentares que o apoiam, que não irá concorrer. O anúncio foi feito durante um jantar na residência da deputada licenciada Janaina Riva (MDB) após mais de duas horas de encontro.

O deputado eleito, Júlio Campos (União), disse que a expectativa é que o primeiro-secretário da AL, deputado Max Russi (PSB), seja o candidato de consenso a presidente. Júlio disse ainda, que Botelho colocou o nome à disposição para ser o primeiro-secretário. “Max não participou da reunião”, disse Júlio.

Apesar de o nome de Max Russi estar praticamente consolidado para ser o futuro presidente da Mesa Diretora, Júlio Campos não descartou a possibilidade de ter outra chapa alternativa. “Não há consenso ainda sobre o nome de Max, porque as conversas iniciaram hoje, outros nomes podem aparecer ainda”.

A deputada Janaína Riva (MDB), também descartou concorrer à Presidência da Assembleia. “Janaina também não quer ser candidata a presidente da Assembleia, e deixou claro que irá trabalhar um projeto para ser candidata à majoritária ao Senado ou ao Governo de Mato Grosso, em último caso, deputada federal”, revelou Júlio Campos.

Leia Também:  Polícia Civil apreende 67 aparelhos em primeira fase da Operação Recupera na região metropolitana

Entenda – Em fevereiro de 2021, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, afastou Botelho e determinou que a ALMT realizasse outra eleição — porque o parlamentar não poderia ser reeleito para Presidência durante a mesma legislatura. Com isso, foi realizada uma nova eleição e Max Russi (PSB) assumiu à Presidência. 

O antigo Partido Democratas ingressou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) para reconduzir o deputado Eduardo Botelho (DEM) ao comando do Legislativo Estadual. Na ação, a sigla questionou a reeleição a qualquer cargo diretivo da Mesa Diretora, dentro da mesma legislatura, e que a eleição da Mesa Diretora (que elegeu Botelho) se deu em 10 de junho de 2020, muito antes da publicação do acórdão que proibiu a recondução aos cargos em todas as Casas Legislativas do país.

“Em razão disso é que, com as mais respeitosas vênias, impõe-se a conclusão de que não mais se justifica a manutenção de liminar em sentido contrário ao que soberanamente compreendeu o Plenário do STF, mormente se se considerar que é somente por força dessa decisão — a que concedeu a liminar — que se encontram impedidos de exercer seus cargos os parlamentares eleitos em junho de 2020” justifica.

Leia Também:  "Entrega de casas é um projeto que a primeira-dama de MT sonhou e realizou", afirma primeira-dama de Novo São Joaquim

Em fevereiro de 2022, o presidente do STF, Alexandre de Moraes, determinou a recondução do deputado estadual, Eduardo Botelho (UB) ao comando da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). A decisão é dessa quarta-feira (23.02).

FONTE/ REPOST: VGN

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Em busca de consenso na AL, Botelho admite plano de candidatura a prefeito em 2024

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA