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Sucesso de público, Natal da Gente é ampliado e programação será realizada até 23 de dezembro; Confira

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O clima natalino está no ar e chegou ao bairro Santa Isabel, levando alegria e diversão para todas as idades e transformando lugares comuns em cenários mágicos. E, para alegria dos que ainda não viram de perto toda a produção preparada especialmente para instigar e manter vivo o espírito natalino que a ocasião pede, vem aí mais uma novidade. A Prefeitura de Cuiabá, idealizadora do projeto Natal da Gente 2023, através da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer, estenderá a programação natalina até o dia 23, oportunizando a moradores de outras regiões como Jardim Colorado, Osmar Cabral e Parque Tia Nair. O Natal da Gente também voltará no bairro Pedra 90.

“Eu sempre vivi o Natal com muita intensidade, seja às vezes com um pouquinho da família ou com a família inteira, mas sempre com o entusiasmo que aquece o coração. E estamos aí, junto com todo esse lindíssimo trabalho desenvolvido pela Prefeitura de Cuiabá, de ser um presente, como o Natal realmente é, de ser amor presente na vida de cada um, para a gente estar se desconectando desse mundo de rede social e aproveitando mais as pessoas enquanto a vida nos oportuniza. Essa alegria, essa magia que desperta sonhos, são coisas importantes que o mundo da internet está tirando da gente”, destacou a miss plus size e influencer Nathália Viana, nascida no bairro Santa Isabel e presente pela primeira vez na programação.

Assim como Nathália, muita gente vivenciou e se emocionou com a programação, atraídos pela carreta de luz, o velhinho de barbas compridas e brancas, características do Papai Noel, os personagens Elsa e Olaf, da turma da Frozen, a cadelinha da Patrulha Canina, além do palhaço Plim Plim e Tia Hanna, que entretiveram a criançada com muitas brincadeiras e danças. Depois, o público contou com a animação do Dj Nero e a banda Mega Boys. Para acompanhar a festa e garantir um dinheirinho a mais, comerciantes prepararam doces, pipocas, cachorro-quente e muitas outras guloseimas que não podem faltar numa festa onde a maior parte do público é criançada.

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A pequena Julia era só expectativa: “acho que vai aparecer o Papai Noel e a neve. Mas, por enquanto, vou brincar”, disse, antes mesmo de completar o nome e a idade.

Izabele Luiza Cerqueira Cavalcante, 10 anos, acompanhada da mãe Laís Adriana da Silva e dos irmãos, Guilherme Cerqueira Cavalcante, 7, e Iasmin Elena Cerqueira, de 1 aninho, também contava os minutos para ver o Papai Noel. “Ele é muito legal, passa uma imaginação na nossa cabeça, diverte, a gente viaja na onda do Natal”, explicou a menina.

Segundo Laís, que também acompanhou a programação da Prefeitura em 2019, desta vez está mais envolvente, foi ampliado com a carreta de luz “que está um cenário deslumbrante, além do colorido tem até flocos de neve”. “É importante tudo isso, sem dúvida um momento de lazer para toda a família, porque não são todos que podem levar para lugares distantes. Mesmo no centro é difícil para levar toda a família e não dá para deixar ninguém para trás. Então, essa visão do prefeito de levar para os bairros é de uma facilidade e apreço muito grande”, explicou a moradora do Jardim Santa Isabel.

Luciana Mendes Ferreira também aproveitou para curtir com os três filhos e dois sobrinhos. “Estão se divertindo muito, fazendo a festa. Eu amo quando posso ir e levar as crianças. Os organizadores estão de parabéns, muito lindo e aqui pertinho de casa”, contou ela.

Algumas famílias fazem questão de passar a tradição do encanto natalino para as gerações, como Sirlane Santos Silva, 19 anos, e o esposo Cássio Dimas da Silva, 26, que levaram a filhinha Pietra, de 10 meses. “Está sendo lindíssimo, passando por vários bairros da cidade. Não temos nem palavras pra descrever, mas é muito lindo ver a organização junto com outros patrocinadores fazendo esse evento tão gostoso nessa época tão gostosa que é o Natal, onde a gente tem que tá presente na vida dos nossos familiares e de quem a gente ama. Vamos ensinar desde cedo para nossa filha, na nossa época não tínhamos essa oportunidade”, explicaram.

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Para o secretário adjunto de Governo da Prefeitura de Cuiabá,  Edilson Odilon, o Natal da Gente com a carreta de luz tem atraído olhares por onde passa e infelizmente não poderá estar em todos os bairros da Capital, mas não poderia faltar no tradicional bairro Santa Isabel. Ele enalteceu a presença de Ibiapino Valmir Pereira, primeiro presidente do bairro e do atual, Jair dos Santos.

O Natal da Gente 2023 conta com a parceria da Águas Cuiabá, Energisa, O Boticário e Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

PROGRAMAÇÃO

Em 15 de dezembro (sexta-feira), será a vez dos moradores do bairro Três Barras, com a carreta no campo de futebol das 19h às 22h, oferecendo inúmeras atrações para as famílias.

No sábado, 16, a programação será realizada no Distrito do Coxipó, com a carreta de luz e toda a programação do Natal da Gente das 19h às 22h, na praça local.

Em 17 de dezembro (domingo), das 19h às 22h, será a vez das famílias do bairro Jardim União, no campo de futebol.

Em 18 de dezembro (segunda-feira), o CPA I receberá a visita especial do Papai Noel na praça próxima ao Terminal (Avenida Joinville) das 19h às 22h.

Em 19 de dezembro (terça-feira), das 19h às 22h, o Natal da Gente chegará ao bairro Campo Velho.

Em 20 de dezembro (quarta-feira), das 19h às 22h, praça Cultural do Pedra 90.

Em 21 de dezembro (quinta-feira), das 19h às 22h, praça do Jardim Colorado.

Em 22 de dezembro (sexta-feira), das 19h às 22h, no bairro Osmar Cabral.

Em 23 de dezembro (sábado), encerramento da programação do Natal da Gente 2023 das 19h às 22h no Parque Tia Nair.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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