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TAÇA DAS FAVELAS MT: Os meninos do Santa Isabel são campeões e Três Barras conquista o feminino

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ELIAS NETO E SANDRA COSTA OLIVEIRA| Assessoria CUFA-MT

As seleções, feminina do Três Barras, e masculina do Santa Isabel venceram a Taça das Favelas de Mato Grosso de 2023. Os jogos da final foram realizados na Arena Pantanal, neste sábado (18.11), em disputas eletrizantes que fizeram a alegria dos torcedores.

O primeiro tempo do jogo das meninas do Três Barras e Novo Colorado terminou empatado em 1 a 1. Mas, no final do segundo tempo, a seleção do Três Barras conquistou o título com o segundo gol, garantindo o primeiro lugar.

Na sequência, as seleções masculinas do Santa Isabel e Jardim Vitória se enfrentaram no último duelo, e o título foi definido nos pênaltis com o Santa Isabel levando a melhor.

No primeiro tempo, o Jardim Vitória saiu na frente com 1 a 0, mas no finalzinho do segundo tempo o Santa Isabel arrancou o empate. Na disputa dos pênaltis, o placar terminou em 3 a 2.

Técnica da seleção do Três Barras, Janaína Ferreira ficou emocionada após conquistar o título no estádio onde nunca havia pisado antes. “É muito gratificante e é muita emoção. Eu mesma nunca tinha pisado na Arena Pantanal e agora estou aqui pela primeira vez, e levantando o caneco”, declarou Janaína.

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Aos 17 anos, o atleta Igor Alexandre participou da Taça das Favelas pela primeira vez. “Ganhar esse título é um sentimento incrível como jogadores da nossa comunidade, trouxemos a torcida e ganhamos essa final. A favela venceu”, disse Igor.

Durante a premiação na Arena Pantanal, as seleções masculina e feminina do Mapim receberam o troféu de 3º lugar. O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União Brasil), esteve no evento representando o Governo de Mato Grosso. Ele destacou a importância da Taça.

“É uma oportunidade única tanto para o governo do Estado de Mato Grosso, quanto para esses meninos, que através do esporte eles possam prosperar. Eu acredito que o esporte traz para cada um desses jovens muita disciplina, os colocam numa rota correta. Portanto, apoiar esse tipo de esporte, ainda mais com o apoio da Cufa, é um papel social e esportivo espetacular”.

O coordenador esportivo da CUFA/MT e da Taça das Favelas, Giovane César Gabriel, disse que o encerramento do campeonato na Arena Pantanal elevou o nível da competição. “Quando a gente coroa um trabalho que começou há um tempo e agora termina na Arena Pantanal, acho que é gratificante. É colocar na cabeça que estamos no caminho certo”, disse.

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Os jogadores, das demais seleções que se destacaram na Taça das Favelas, foram selecionados para disputar a peneira estadual neste domingo, 19 de novembro, a partir das 8 horas no campo do Marajoara, em Várzea Grande. Após a peneira será formada a seleção de Mato Grosso, que disputará a etapa nacional da Taça das Favelas, de 07 a 17 de dezembro, em São Paulo (SP).

Realização– A Taça das Favelas é uma realização da Cufa-MT, Secretaria de Estado de Cultura e Lazer (Secel/MT) e Associação de Desenvolvimento Social das Favelas e conta com apoio da Tubarão Sports, Água Mineral Lebrinha, Lide Mato Grosso, Prefeitura de Várzea Grande, Vórtion Comunicações. O evento tem a parceria com Assembleia Social, o Teatro Zulmira Canavarros, BS Comunicação, Em Cena Escola de Artes, 9 Atos, Esporte MT, além da promoção da TV Centro América.

A Cufa é uma organização brasileira reconhecida internacionalmente nos âmbitos político, social, esportivo e cultural. Existe há 20 anos. Foi criada a partir da união entre jovens de várias favelas, principalmente negros, que buscavam espaços para expressarem suas atitudes, questionamentos ou simplesmente a sua vontade de viver.

Fotos: Rogério Florentino

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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