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TCE-MT firma parceria com TJMT para realização da 17ª edição do projeto Ribeirinho Cidadão
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O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) vai ampliar sua atuação junto aos municípios e contribuirá com a realização da 17ª edição do projeto Ribeirinho Cidadão. Desenvolvida pelo Poder Judiciário e Defensoria Pública, a iniciativa atende moradores de regiões ribeirinhas com serviços das áreas da justiça, saúde, cidadania e equidade.
A parceria foi firmada nesta terça-feira (5), durante reunião entre o presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, e o juiz-coordenador do projeto Ribeirinho Cidadão pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), José Antônio Bezerra Filho.
“O Tribunal de Contas vai marchar junto com o Tribunal de Justiça. Nosso papel é ir aonde o povo está, sentir as necessidades das pessoas para ver onde o dinheiro público está sendo investido e quais são os resultados que cada gestão está trazendo para a sociedade”, disse o presidente.
Este ano, o projeto inaugura a “Rota das Águas”, atendendo a população de Rio Branco, Salto do Céu, Jauru e Porto Esperidião entre os dias 17 e 27 de março. Na segunda etapa, que será realizada de 9 a 14 de abril, os serviços serão prestados em São Pedro de Joselândia e Porto Brandão, ambos Distritos do município de Barão de Melgaço.
Foi o que explicou o juiz, ao destacar a importância da adesão da Corte de Contas ao projeto. “Esse desafio de fazer um novo roteiro é um novo comprometimento de ações e ter o Tribunal de Contas conosco abrilhanta muito mais, com a seriedade e probidade administrativa.”
Sérgio Ricardo lembrou que esta não é a única ação conjunta entre as instituições, destacando os resultados do Tribunais em Ação, que reuniu centenas de gestores públicos da região em Rondonópolis no ano passado. Além disso, o presidente adiantou que vai acompanhar os trabalhos.
“O interesse dos dois tribunais é o atendimento à sociedade. Então, quero convidar todas as pessoas da região para que estejam presentes e colaborem com esse grandioso projeto, que leva à justiça até o cidadão, porque muitas vezes o cidadão não consegue chegar aonde a justiça está”, pontuou.
Por fim, José Antônio Bezerra Filho ressaltou a colaboração de inúmeros órgãos estaduais e federais na realização do Ribeirinho Cidadão. “A sociedade toda clama por esse espírito de cidadania e a expedição vai criando cada vez mais corpo com novos parceiros e pela seriedade de suas ações.”
Secretaria de Comunicação/TCE-MT
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0