MATO GROSSO
“Temos prazo de 8 anos, mas queremos fazer em 4”, afirma governador
MATO GROSSO
“Terminar as obras da BR-163 é uma prioridade do Governo. Nosso prazo para fazer a duplicação é de oito anos, mas queremos fazer em quatro. É o esforço que estamos fazendo para que essa infraestrutura melhore o fluxo nessa região, preservando a vida dos mato-grossenses”, destacou.
O governador enfatizou ainda que a duplicação da rodovia não apenas irá assegurar a mobilidade dos moradores locais, mas também vai garantir uma boa logística para o transporte de produtos agroindustriais e para geração de mais empregos. “É importante, principalmente, para a qualidade de vida das pessoas que percorrem essa estrada”, afirmou.
Desde 2019, o Governo de Mato Grosso já asfaltou mais de 3,5 mil quilômetros de rodovias no Estado. Mauro destacou que a meta é de 5,5 mil quilômetros de asfalto novo. “Queremos manter esse ritmo constante e vamos conseguir atingir o objetivo. É chão que vai virar asfalto”.
Ao fim da entrevista, o governador falou sobre suas perspectivas para o futuro de Mato Grosso.
“Eu enxergo um estado que vai continuar crescendo, liderando a produção do agronegócio brasileiro, sendo a região que vai continuar produzindo muito, gerando riqueza e muita qualidade de vida. A nossa gente é corajosa e trabalhadora”.
R$ 1,1 bilhão em obras
Desde que o Governo do Estado assumiu a concessão da BR-163, por meio da compra do controle acionário da Nova Rota do Oeste, em maio de 2023, a concessionária já contratou mais de R$ 1,1 bilhão em obras de infraestrutura na rodovia.
As obras envolvem a recuperação de trechos em diversos pontos entre Cuiabá e Sinop, a retomada das obras de duplicação entre Diamantino (km 507) e Nova Mutum (km 593), implantação de postes e a construção de viadutos, recuperação de asfaltos antigos, e a reconstrução da drenagem de trecho da via.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
A Casa do Parque transforma Caravaggio em experiência imersiva
Em tempos de consumo acelerado da imagem e de experiências culturais cada vez mais superficiais, um projeto criado em Cuiabá propõe o caminho inverso: desacelerar o olhar. No próximo dia 21 de maio às 20h, A Casa do Parque estreia O Banquete, encontro concebido para transformar a história da arte em experiência sensorial, intelectual e afetiva.
Fruto de uma parceria entre Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e o professor de história da arte Rafael Branco, o encontro nasce com uma ambição rara no circuito cultural contemporâneo: formar público sem didatismo, aproximando grandes obras da arte universal de uma vivência estética real, atravessada por narrativa, música, vinho e atmosfera.
A primeira edição mergulha na obra de Michelangelo Merisi da Caravaggio (1571–1610), artista que revolucionou a pintura barroca ao aproximar o divino da carne, da sombra e do drama humano. Sua obra, marcada pelo contraste radical entre luz e escuridão, violência e beleza, segue contemporânea justamente por recusar idealizações.
“Mais do que falar sobre arte, queremos criar uma travessia pela obra. A Casa do Parque sempre acreditou que cultura também pode ser experiência viva, sensorial e emocional”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque. “O Banquete nasce desse desejo de aproximar as pessoas da arte de uma forma menos acadêmica e mais humana, sem perder profundidade.”
Ao longo da noite, Rafael Branco conduz o público por imagens, contextos históricos e interpretações que ajudam a compreender não apenas a técnica de Caravaggio, mas o impacto filosófico e simbólico de sua obra sobre o imaginário ocidental.
Mas a proposta evita o formato tradicional de palestra. Em vez disso, o público é convidado a ocupar uma experiência cuidadosamente construída para provocar percepção, escuta e contemplação.
A atmosfera da noite entre vinho, música e projeções dialoga diretamente com a ideia do banquete como ritual de encontro e partilha intelectual.
“Construímos uma noite para aproximar a história da arte do público, através de uma experiência sensorial mais ampla, em que imagem, som, sabor e cena são costuradas em uma mesma narrativa sobre universo de Caravaggio. Para além de apresentar sua obra, a proposta é criar uma vivência imersiva e inédita na cidade de Cuiabá, a partir de um dos grandes nomes do barroco italiano.”, observa Rafael Branco.
Com O Banquete, A Casa do Parque reforça um movimento que vem consolidando em Cuiabá: o de criar experiências culturais autorais, sofisticadas e voltadas à formação de público.
Nessa noite apenas o bar da Casa estará em funcionamento, não havendo serviço gastronômico.
Serviço:
O BANQUETE
21 de maio, às 20h
A Casa do Parque
Ingresso social: R$ 150 + 1 litro de leite longa vida
Informações e ingressos: 98116-8083
Lugares limitados.
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