MATO GROSSO
Unemat abre 120 vagas para contratação temporária de professores para 12 cursos
MATO GROSSO
Os prazos para inscrição variam conforme cada edital de seleção.
Para professores temporários de Direito e Agronomia, são oferecidas 46 vagas para atuação em Nova Xavantina e núcleos pedagógicos de Água Boa e Querência. O período de inscrição para essas oportunidades seguem até o dia 13 de novembro e devem ser feitas pela internet.
- Acesse AQUI o edital.
Para essas vagas, as inscrições podem ser feitas até dia 12 de novembro, somente pela internet.
- Acesse AQUI o edital
Todas as etapas do processo seletivo serão realizadas de forma remota.
As aulas dos cursos das modalidades diferenciadas ocorrem de forma presencial e modular.
A seleção será por disciplina, sendo que o candidato pode se inscrever em apenas uma por núcleo pedagógico e por semestre letivo.
Requisitos
Para concorrer, o candidato deve ter diploma de graduação e pós-graduação (conforme pré-requisito do edital); ter disponibilidade, equipamento e infraestrutura tecnológica para ministrar a disciplina de forma remota e/ou híbrida (quando ofertadas de forma modular); ter disponibilidade para permanecer no município onde serão ministradas as disciplinas.
Se for servidor efetivo/contratado da Unemat, o candidato deve apresentar Declaração de não excelência de carga horária e uma declaração de disponibilidade.
O seletivo ocorrerá em duas etapas: análise da inscrição e avaliação de títulos. Os editais e seus respectivos anexos podem ser conferidos AQUI.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0