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Vereador alerta sobre a volta do uso de máscaras

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O vereador dr. Luiz Fernando (Republicanos) também solicitou o Dia D – de vacinação contra o coronavírus e gripe para os servidores.

Diante do aumento de casos de Covid-19 entre os servidores da Câmara Municipal de Cuiabá, o vereador Dr. Luiz Fernando (Republicanos) protocolou, nesta quinta-feira (02), um Comunicado Interno, para que os funcionários voltem a adotar o uso de máscara facial como medida para evitar a circulação do vírus.

Médico há mais de 20 anos, Luiz Fernando, que é presidente da Comissão de Saúde da Casa, enviou o documento para os gabinetes de todos os vereadores e solicitou que a presidência do Parlamento crie uma resolução para que a medida seja adotada também pelos visitantes.

O vereador ainda solicitou o – Dia D – de vacinação contra coronavírus e gripe para os servidores.

“Sou médico, acredito na ciência, acredito na vacina, eu sempre defendi isso desde o início da pandemia. Espero que a maioria dos parlamentares e servidores tenham sido vacinados, quem ainda não se vacinou, que faça o uso do imunizante, não duvidem das vacinas, elas têm uma eficácia mais que comprovada”, conscientizou o parlamentar.

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O diretor técnico do Ambulatório Médico da Câmara, dr. João Leopoldo Baçan, disse que o aumento de servidores procurando por testes de Covid, com sintomas gripais e também com testes positivos para a doença, ocorreu nos últimos 15 dias – pelo menos oito funcionários testaram positivo.

“A iniciativa do vereador vai conscientizar sobre a importância de se continuar fazendo o uso de máscara e também estimular os servidores que estão com a vacinação incompleta a atualizarem o esquema vacinal e, consequentemente, controlar a proliferação da doença”, ressaltou Baçan.

Márcia Martins / Assessoria de Imprensa do vereador Dr. Luiz Fernando

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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