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Vitrine de loja com manequins chama a atenção e rende críticas em MT

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Uma loja em Sinop fez um anúncio inusitado de uma promoção de roupas e a estratégia de marketing está rendendo polêmica nas redes sociais.

O estabelecimento abaixou as calças dos manequins e colocou na vitrine a seguinte frase: “Abaixamos as calças, estamos quase dando”.

O g1 tentou contato com a loja, mas ainda não foi atendido.

O anúncio da promoção, com o texto que tem duplo sentido, foi publicado nas redes sociais do estabelecimento e depois compartilhado em outras páginas, onde rendeu críticas e opiniões diversas.

Em uma página de humor, o anúncio foi postado com a seguinte legenda: “Uma loja feminina, com uma piada machista dessa, vulgarizando o corpo de mulher e fazendo propaganda com cunho sexual”, diz trecho.

A partir disso, outras críticas surgiram. Um internauta comentou “E tem quem ache graça”, enquanto outro dizia que não estava acreditando.

Em contrapartida, alguns defendiam a postagem. “A mente poluída por achar isso tão grosseiro vai de cada um”, disse uma consumidora. Outro postou a seguir: “Deixa o povo trabalhar”.

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Em resposta ao comentário, uma mulher respondeu:

“Trabalho é uma coisa, agora uma publicação dessas vindo de uma loja feminina…”.

FONTE/ REPOST: G1-MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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