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Foragido por estupro de vulnerável ocorrido há 14 anos é preso pela Polícia Civil em Cáceres

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A equipe de policiais civis da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Cáceres (228 km a oeste de Cuiabá) cumpriu, no final da tarde de terça-feira (06.02), um mandado de prisão preventiva de um homem, considerado foragido da Justiça, há 14 anos pelo crime de estupro de vulnerável.

O suspeito de 53 anos, estava com o mandado de prisão em aberto pelo crime de estupro de vulnerável, ocorrido no ano de 2010, na cidade de Cáceres, tendo como vítima uma neta de sua ex-companheira, com apenas 8 anos de idade.

Desde a época dos fatos, o suspeito era considerado foragido e se mantinha escondido na zona rural da cidade, onde teve o mandado de prisão cumprido.

Segundo a delegada titular da DEDM Cáceres, Paula Gomes Araújo, o suspeito também é investigado em outro inquérito em andamento na DEDM, por fato semelhante, praticado contra outra neta de sua ex-companheira, também no ano de 2010, razão pela qual estava sendo procurado pela equipe de investigação da Delegacia da Mulher. A vítima também tinha 8 anos de idade na época dos fatos.

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A ação faz parte da continuidade da operação Monstrum Domini, que busca a proteção de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual no município, crimes perpetrados por familiares que deveriam zelar pelo cuidado e proteção dessas crianças e adolescentes.

Após o cumprimento das formalidades legais, a equipe da DEDM encaminhou o investigado à Cadeia Pública da cidade, onde aguardará a designação da audiência de custódia.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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MATO GROSSO

Operação Prende Suspeitos de Envolvimento em Ataques a Casa e Escritório de Advogado

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A Delegacia da Polícia Civil de Lucas do Rio Verde deflagrou a Operação Contra Impetum para cumprir nove mandados judiciais, nesta quinta-feira (16.1), contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos no ataque à casa e escritório de um advogado e a uma empresa da cidade.

Estão em cumprimento seis ordens de prisão e três de buscas e apreensões empregando um efetivo de policiais civis da região, com apoio da Gerência de Operações Especiais da Polícia Civil.

A operação é uma contrarresposta da Polícia Civil aos ataques ordenados por membros da facção criminosa contra três locais em Lucas do Rio Verde. Os mandados foram deferidos pelo juízo da 5a Vara Criminal de Sinop, de combate ao crime organizado.

O primeiro ataque ocorreu no dia 1° de novembro contra a sede de uma empresa agrícola. O segundo foi registrado na noite de dois de novembro, contra o escritório do advogado. No dia seguinte, a residência do profissional foi também alvo de disparos de arma de fogo.

Investigação

Com o início das diligências investigativas, a equipe da Delegacia de Lucas do Rio Verde apurou que na data anterior aos ataques ao escritório e casa do advogado, a sede de uma empresa agrícola na cidade também foi alvo de disparos de arma de fogo.

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As investigações apontaram que os ataques foram ordenados por dois integrantes de uma facção, identificados no inquérito policial, e executados por cinco outros criminosos ligados ao grupo. Um dos líderes da facção chegou a enviar mensagens ao advogado dizendo que o profissional teria que ‘devolver’ um veículo, recebido como pagamento de honorários. O empresário também recebeu ameaças por mensagens.

As diligências identificaram os autores dos ataques, sendo um deles preso no decorrer da investigação. Conforme a apuração, os executores afirmaram que o ataque ao escritório era ‘pra dar um susto no advogado’, pois o profissional estaria, supostamente, dando golpe em clientes. A Polícia Civil também identificou a outra dupla que fez os disparos que atingiram a casa do advogado.

Em relação ao ataque à empresa agrícola, a investigação apurou que os disparos foram ordenados por duas pessoas contra quem o empresário havia ajuizado uma ação sobre a disputa de um imóvel em Lucas do Rio Verde. Após a vítima entrar com a ação, passou a receber ameaças.

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Reaver veículo e desistência de ação

De acordo com a apuração, o advogado atuou na defesa de duas pessoas presas em flagrante em outra ocorrência. Como pagamento pelos honorários, ele havia recebido um veículo.

Contudo, o cliente tentou reaver o veículo, mesmo sem pagar os honorários combinados. Em uma das oportunidades, o cliente teria saído do escritório do advogado afirmando que resolveria a situação de uma forma ou de outra.

As informações reunidas na investigação indicaram que o cliente defendido pelo advogado fez contato com os criminosos que lideram a facção em Lucas do Rio Verde e pediu que empregassem alguma ação para fazer o advogado devolver o veículo usando, para tal fim, qualquer meio violento.

Além disso, o mesmo investigado também pediu aos criminosos que empregassem uso de violência contra o empresário para forçá-lo a desistir da ação judicial em andamento. Diante dos pedidos criminosos, os líderes da facção recrutaram os cinco suspeitos identificados na investigação para fazer os disparos contra os três locais.

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