MATO GROSSO
Apesar de sanção de nova lei, proibição da pesca em rios Manso e Cuiabazinho segue até início de março
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Apesar de o governador Mauro Mendes (DEM) ter sancionado o Projeto de Lei nº 11.676/2022, que autoriza a pesca no entorno da barragem da Usina Hidrelétrica de Manso, em Chapada dos Guimarães e restringe a proibição a apenas 3kms dos rios Manso e Cuiabazinho, a proibição segue até o dia 3 de março. Isso porque a lei passa a valer somente um mês após a sanção.
Segundo a secretária de Estado de Meio Ambiente Mauren Lazzaretti, a fiscalização irá continuar. “Ainda que exista um processo legislativo de alteração, o órgão está vinculado ao princípio da legalidade, então para nós a lei que está em vigor é que estamos executando”, explicou.
Apesar disso, Mauren explica que a intenção não é multar os cidadãos, e sim orientar. Depois que a nova lei entrar em vigor, as pessoas não poderão mais ser autuadas por pescar na extensão (além dos 3km determinados), mas somente por outros motivos.
A nova lei preserva o Sítio Pesqueiro Estadual de Manso, área destinada à prática da pesca esportiva, profissional, amadora e difusa, mas apenas em uma área de três quilômetros antes e depois da barragem do Manso.No restante do curso d’água, a pesca com finalidade de subsistência, amadora ou científica está liberada. O trecho compreende o Rio Cuiabazinho e suas drenagens até a confluência com o Rio Manso.
Segundo Mauren, a discussão acerca do ‘cota zero’ permeia o Estado desde 2019, quando o Projeto de Lei foi encaminhado. O ‘Cota Zero’ proíbe a pesca profissional em todos os rios do estado. Críticos alegavam que a lei que estava em vigor antes da aprovação da 11.676 seria uma “mini Cota Zero”, já que proibia a pesca em uma área bem maior dos rios Manso e Cuiabazinho.
“Existem obviamente divisões de opiniões a respeito do tema, então aquele grupo que defende a continuidade da discussão de uma cota zero é que havia feito a proposição de que isso pudesse ser discutido no âmbito do Cepesca, mas por questões legais, a própria procuradoria se manifestou e na última reunião isso foi explicado aos membros do Conselho, esse é um tema que depende de lei e precisa ser discutido na Assembleia, onde o projeto de lei está lá, estudos foram solicitados, então é na Casa de Leis que o assunto vai ser discutido”, disse Mauren na manhã desta segunda-feira (14).
FONTE/ REPOST: ISABELA MERCURI – OLHAR DIRETO
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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