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Eduardo Botelho diz que até o final do mês será definido se fica no União ou vai para o PSD

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As incertezas quanto à filiação partidária do deputado estadual Eduardo Botelho estão gerando agitação no panorama político de Cuiabá. Botelho, que tenta consolidar sua candidatura à Prefeitura da cidade, encontra resistência dentro de seu partido atual, União Brasil, e mantém um pé no Partido Social Democrático (PSD), como confirmou em uma entrevista recente à imprensa.

Na última quarta-feira, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso compartilhou que está na expectativa de permanecer no União Brasil, mas a decisão final dependerá das conversas com a executiva partidária, as quais ainda não foram realizadas. Enquanto isso, Eduardo Botelho se divide igualmente entre União Brasil e PSD.

“Eu diria que sou 50% PSD e 50% União, até agora, né? Mas eu acredito que até o final deste mês teremos que decidir isso. É melhor para mim, para o governo e para o Fábio Garcia. Se eu ficar, é ótimo, e se não, vamos para a luta. Quem decidirá é Deus e o povo,” disse Botelho.

Na mesma entrevista, o parlamentar expressou entusiasmo com sua posição na última pesquisa do Instituto MT Dados, na qual seu nome foi classificado como o mais lembrado pelos eleitores na modalidade espontânea, onde os eleitores mencionam o primeiro nome que lhes vem à mente. Ele comemorou os resultados: “Fiquei com 24% na pesquisa espontânea, o que representa que um quarto da população já tem um nome na cabeça. A pesquisa é momentânea, e temos que trabalhar para consolidá-la. Ela nos alegra, mas não nos faz pensar que já ganhamos. É um processo muito importante.”

A pesquisa realizada pelo Instituto MT Dados nos dias 5 a 8 de outubro com mais de mil entrevistados revelou que, pela segunda vez, Eduardo Botelho liderou com uma vantagem de 13% sobre o principal pré-candidato, Abílio Brunini (PL). Botelho obteve 24%, enquanto Brunini ficou em segundo lugar com 11%, seguido pelo também deputado estadual Lúdio Cabral (PT) com 9%. A margem de erro da pesquisa foi de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança ficou em 95%.
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Desequilíbrio de Poder e o Papel do Senado

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A recente pesquisa que aponta que 66% do eleitorado deseja votar em candidatos ao Senado comprometidos com o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal revela muito mais do que uma simples preferência política. Trata-se de um sinal claro de insatisfação popular com o atual cenário institucional do país.

Nos últimos anos, temos assistido a um protagonismo crescente do Supremo Tribunal Federal, muitas vezes avançando sobre competências que, em um ambiente de harmonia entre os poderes, deveriam ser exercidas com maior equilíbrio. O Judiciário é, sem dúvida, peça fundamental na manutenção do Estado Democrático de Direito, mas não pode atuar sem os devidos freios e contrapesos.

O Senado Federal, por sua vez, possui uma das mais importantes atribuições nesse sistema: a de julgar ministros do STF em casos de crimes de responsabilidade. No entanto, o que se observa é uma postura muitas vezes omissa diante de denúncias graves, que vão desde suspeitas de corrupção até acusações de abuso de autoridade.

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Esse cenário contribui para o enfraquecimento da confiança da população nas instituições. Quando não há equilíbrio entre os poderes, quem perde é a democracia. O sentimento popular expresso na pesquisa é, portanto, um reflexo direto dessa percepção de desequilíbrio.

É fundamental que o Senado reassuma sua independência e exerça plenamente suas prerrogativas constitucionais. Não se trata de confronto entre poderes, mas de restabelecer a harmonia prevista na Constituição. Um Senado atuante é essencial para garantir que nenhum poder se sobreponha aos demais.

O Brasil precisa de instituições fortes, mas também responsáveis e equilibradas. O momento exige coragem, compromisso com a Constituição e respeito à vontade popular.

Euclides Ribeiro é advogado especialista em recuperação judicial e pré-candidato ao Senado por Mato Grosso

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