MATO GROSSO
Em ofício, Atlético-MG ataca o Flamengo e cita injustiça da CBF na Supercopa
MATO GROSSO
O presidente do Atlético-MG, Sérgio Coelho, enviou um ofício à CBF fazendo duras críticas em relação a escolha de Cuiabá como cidade sede a receber a final da Supercopa do Brasil. O dirigente atleticano fez uma série de reclamações e encaminhou à entidade máxima do futebol na tarde desta quinta (10). Galo e Flamengo decidem a taça do torneio no próximo dia 20, às 16h (de Brasília), na Arena Pantanal.
No comunicado, o dirigente do Galo demonstrou insatisfação e sentimento de injustiça com a confirmação do jogo em Cuiabá. Sérgio destacou que o Atlético foi campeão do Brasileirão e da Copa do Brasil, em 2021, enquanto o Flamengo entrou na disputa por “mera liberalidade” do regulamento, uma vez que não conquistou nenhum título no ano passado.
Sérgio também fez questão de reclamar do calor de Cuiabá. Segundo ele, a capital mato-grossense é conhecida por ser uma das mais quentes nesta época do ano, com temperaturas extremamente elevadas. Por fim, o presidente lembrou que o Galo já foi prejudicado pela arbitragem e também pela CBF nos anos 80, em benefício do Flamengo.
Por outro lado, o presidente do Galo também se revoltou com uma publicação do vice-presidente geral e jurídico do Flamengo, Rodrigo Dunshee de Abranches, que usou o Twitter para criticar Sérgio Coelho sobre as suas reclamações pela escolha da Arena Pantanal.
No post, Abranches afirmou que “existem pessoas que falam tanta besteira, que não merecem maior atenção”. Em resposta, o mandatário do Galo se manifestou e disse que “Cada urubu sabe a altura do voo que sua capacidade alcança…”
Leia na íntegra o ofício do Atlético-MG enviado à CBF:
Sr. Ednaldo, presidente da CBF, boa noite!
Respeitosamente, venho demonstrar minha indignação e meu sentimento de injustiça com a decisão tomada por V.Sa. de levar a Supercopa do Brasil para a Arena Pantanal, em Cuiabá (MT).
Como é sabido, o Atlético foi campeão do Brasileirão e da Copa do Brasil, em 2021, enquanto o Flamengo entrou nessa disputa por mera liberalidade do regulamento, já que nada conquistou no ano passado.
Não obstante os fatos acima, a decisão do local do jogo, na forma que foi tomada, é extremamente prejudicial ao Atlético em vários aspectos, conforme segue:
1) INFORMAÇÃO PRIVILEGIADA DENTRO DA CBF – O Flamengo soube do local (Arena Pantanal) antes de o Atlético e mesmo a imprensa tomarem conhecimento. Prova disso, irrefutável, está no fato de já terem feito, desde o dia 7, reserva no melhor hotel da cidade (embora depois que a informação fora divulgada pela mídia, dissimuladamente, tentaram “vender” a ideia de que haviam sido feitas reservas em várias cidades);
2) FALTA DE ISONOMIA – V.Sa. fez escolha por uma praça que não dá ao verdadeiro Campeão Brasileiro e da Copa do Brasil igualdade de torcida. Pelo contrário, a praça distingue um dos clubes em questão, principalmente pela dificuldade de logística para deslocamento dos nossos torcedores, enquanto nosso adversário tem grande torcida local;
3) ASPECTO FÍSICO – Ademais, o local é conhecido por ser um dos mais quentes nesta época do ano, com temperaturas extremamente elevadas. Ocorre que nosso adversário voltou de férias uma semana antes, ironicamente por não ter disputado sequer a final da Copa do Brasil, de modo que tende a se beneficiar no aspecto físico;
4) PREOCUPAÇÃO COM AS DECISÕES DA CBF – O Clube Atlético Mineiro cumpre as determinações da CBF, o que Flamengo não fez, por exemplo, ao proibir a entrada de nossos torcedores no Maracanã, no jogo do returno do Brasileirão do ano passado.
Respeitamos a decisão da CBF, mas nos sentimos extremamente prejudicados e injustiçados, sentimento que é compartilhado por toda a nossa torcida que também está igualmente indignada.
Ficamos, também, extremamente preocupados com decisões tomadas por pressão do Flamengo;
5) HISTÓRICO DE GRAVES PREJUÍZOS – V.Sa. sabe o tanto que o Galo já foi prejudicado pela arbitragem e também pela CBF nos anos 80, em benefício do Flamengo. Na decisão do Brasileiro de 80, por exemplo, a CBF inverteu o mando dos jogos finais em uma canetada, tirando o último jogo do Mineirão e levando para o Maracanã, para citar um só exemplo;
Por fim, tomo a liberdade de encaminhar, logo abaixo, vídeo feito por um jornalista, que mostra o tanto que já fomos prejudicados:
FONTE/ REPOST: DOUGLAS SANTOS – RD NEWS
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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