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Empresa de ônibus terá que pagar R$ 216 mil a vítima de acidente

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A Integração Transportes de Cuiabá e a Companhia Mutual de Seguros foram condenadas a pagar mais de R$ 216 mil a um trabalhador vítima de um acidente causado pelo motorista da empresa.

A decisão é do juiz Jones Gattass Dias, da 6° Vara Cível de Cuiabá, que entendeu que o autor sofreu com danos estéticos e morais causados pelo acidente.

Além do valor da indenização, as empresas ainda devem pagar R$ 1.457,19 mensalmente ao trabalhador como forma de compensar a perda salarial por não poder mais exercer sua função de operador de empilhadeira por causa das sequelas do acidente.

Na ação o homem narra que o acidente ocorreu no ano de 2014, quando, sem prestar atenção, um dos motoristas da Integração avançou sua preferencial e fez o trabalhador colidir na lateral do ônibus.

O grave acidente fez o trabalhador ficar internado por mais de três meses no Hospital Jardim Cuiabá e foi necessário que ele se submetesse a seis cirurgias.

No documento é detalhado que o trabalhador chegou a receber uma indenização de pouco mais de R$ 12 mil, porém, apesar dos procedimentos médicos, ele não pôde voltar a trabalhar. 

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Com isso, entrou com a ação na Justiça pedindo a compensação financeira por danos morais, estéticos e emergentes, este último decorrente dos descontos feitos por seu ex-empregador pelo uso do plano de saúde.

Além disso, ainda solicitou que os réus pagassem os lucros cessantes pelos 10 meses que ficou afastado de suas funções,

A empresa apresentou contestação alegando que não existem danos a serem indenizados, negou a necessidade da compensação financeira e reforçou que não cometeu qualquer ato ilícito.

Já a seguradora argumentou que no contrato feito com a Integração está prevista a obrigação do reembolso de algumas indenizações. No entanto, afirmou que não há responsabilidade solidária, no caso tampouco se verifica que a seguradora é codevedora no processo.

Apesar da tentativa de argumentação, o boletim de ocorrência do acidente e a perícia médica, que mostra que o trabalhador sofre com danos graves na mão e no quadril esquerdos, foram provas suficientes para o juiz.

“Há evidente dano estético e moral, não só pelas intervenções cirúrgicas, como também pela evidente alteração morfológica que causa repulsa, afeamento e limitação do convívio social, conforme externado pelo perito”, consta na decisão.

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Com isso, a empresa e a seguradora foram condenadas a pagar R$ 100 mil por danos morais, R$ 100 mil por danos estéticos, R$ R$16.190,99 por danos emergenciais e a quantia de R$ 1.457,19 mensalmente até que a vítima complete 73 anos.

FONTE/ REPOST: VITÓRIA GOMES – MÍDIA NEWS 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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