MATO GROSSO
Funcionário morre soterrado em silo de fazenda após ser sugado durante manutenção
MATO GROSSO
Um homem de 41 anos, identificado como Marilso Cardoso de Andrade, morreu no fim da tarde do útltimo sábado (05), após ser sugado e soterrado em um silo, localizado em uma fazenda nas proximidades da MT-235, no distrito de Ranchão, que pertence ao município de Nova Mutum (242 quilômetros de Cuiabá).
O silo onde ocorreu o acidente fica a cerca de 68 quilômetros do centro de Nova Mutum. O funcionário da fazenda estava realizando manutenção no tubo de escoamento do silo e acabou soterrada próximo à “casinha” – local que é feito para o escoamento da soja.
“A equipe trabalhou das 9h até às 17h para fazer a retirada dele do silo. O funcionário foi sugado, soterrado e acabou morrendo. Foi realizada a retirada de parte dos grãos para encontrar o corpo”, explicou um tenente dos bombeiros em entrevista ao Só Notícias.
A equipe fez a utilização de tapumes e escoras, para ganhar espaço e acessar a vítima. Foram criados pontos de acesso nas laterais do silo para acelerar o processo de retirada da soja . Dois sugadores também acabaram utilizados.
O corpo do funcionário foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para necropsia.
FONTE/ REPOST: WESLEY SANTIAGO – OLHAR DIRETO
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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