MATO GROSSO
Juíza decreta prisão preventiva de enteado do prefeito de Poconé pela negociação de 130 cabeças de gado roubadas
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Kátia Rodrigues Oliveira, juíza da Vara Única de Poconé, converteu a prisão em flagrante de Luiz Felipe Gomes de Arruda, enteado do prefeito do município, Tata Amaral, em preventiva. Esthefane Campos dos Santos, que supostamente auxiliou na operação criminosa que previa a venda de 130 cabeças de gado provenientes de roubo, teve sua liberdade provisória concedida pela magistrada mediante uso de tornozeleira eletrônica. A decisão ocorreu nesta quarta-feira (23) após audiência de custódia.
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Enteado do prefeito de Poconé é preso por roubo de 130 cabeças de gado em fazenda
Luiz Felipe Gomes, enteado do prefeito de Poconé e Esthefane Campos foram presos em flagrante nesta terça-feira (22) junto com as 130 cabeças de gado roubadas de uma fazenda de Rosário Oeste. No momento da abordagem policial, Luiz confessou que participou ativamente da operação de negociação, bem como tinha conhecimento que os animais seriam provenientes de roubo. Porém, afirmou que não participou do ato. Esthefane também foi localizada na terça e presa por dar suporte às negociações.
Em sua decisão, Kátia elencou que as informações e indícios de autoria e materialidade constante nos autos verificaram a necessidade da conversão da prisão em prisão preventiva e Luiz Felipe, pela garantia da ordem pública, pela conveniência da instrução criminal e para garantia da aplicação da lei penal havendo nos autos elementos suficientes de autoria e materialidade.
Katia ressaltou que foram roubados 130 cabeças de gado entre vacas e bezerros de uma fazenda em Rosário Oeste e que os animais foram encaminhadas para Poconé. Segundo a vítima, proprietária do rebanho, apontou que as vacas estão avaliadas cada uma em R$ 4.500 e os bezerros em R$ 2.200 cada. Porém, Luiz Felipe afirmou que teria pago apenas R$ 57.000, valor claramente desproporcional ao valor do gado.
Ela salientou que embora Luiz alegou que iria efetuar o pagamento restante quando visse o gado, causou “estranheza que o mesmo deposite tal valor sem saber sequer se os semoventes iriam ser entregue, principalmente considerando que o acusado afirmou desconhecer os vendedores, ou seja, a situação deve ser melhor investigada”.
Além disso, ela considerou que Luiz afirmou que na negociação adquiriu uma pistola cromada calibre .40 pelo, registrada em nome da Polícia Militar, por R$ 12.000,00. Nesse sentido, ficou evidenciado que a negociação envolvia não só as cabeças de gado, como também a compra de bem ilícito – pois a arma de fogo não tem a devida autorização legal.
FONTE/ REPOST: OLHAR DIRETO
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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