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PF prorroga inquérito por falsidade ideológica contra senadora cassada em MT

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A Polícia Federal (PF) pediu mais prazo para concluir um inquérito que apura o suposto crime de falsidade ideológica eleitoral contra a senadora cassada Selma Arruda. O pedido foi feito pelo delegado da PF, Stephano Carvalho Cabral Tiengo, que solicitou a extensão do prazo ao Ministério Público Eleitoral (MPE) em 20 de dezembro de 2021.

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“Encaminhe-se os autos ao Ministério Público, informando-o acerca da necessidade de mais prazo para que se possa tomar ciência dos autos e continuar as investigações”, solicitou o delegado. As investigações apuram o uso de um documento – contrato de mútuo – assinado junto ao empresário Gilberto Possamai, primeiro suplente dela, para explicar a origem de R$ 1,5 milhão que teria sido utilizado na campanha de Selma ao Senado, no ano de 2018.

 

Os recursos não foram declarados à Justiça Eleitoral. A suposta origem falsa do contrato também chegou a ser investigada pela PF, mas o inquérito acabou sendo arquivado pelo juiz da 51ª Zona Eleitoral de Cuiabá, Jorge Alexandre Martins Ferreira em 2021.

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A PF, porém, continua as investigações que apuram suposto crime de falsidade ideológica eleitoral. Selma Arruda ficou conhecida nacionalmente como a “Moro de Saias”, em alusão ao “ex-juiz da Lava Jato”, Sérgio Moro.

A fama de “linha dura” contra políticos, porém, não foi suficiente para fazer com que ela escapasse da própria legislação eleitoral. A juíza aposentada foi cassada em julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em dezembro de 2019, após o voto do relator do recurso interposto contra sua cassação, já determinada em abril do mesmo ano, pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE/MT).

Dos sete Ministros que participaram do julgamento, apenas Edson Fachin não seguiu o relator, Og Fernandes, e votou por manter a senadora no cargo, resultando num placar final de 6 x 1 contra Selma Arruda.

Selma foi condenada por gastos irregulares de R$ 1,2 milhão em sua campanha vitoriosa ao Senado em 2018. Os recursos não foram declarados e teriam sido utilizados em período proibido pela Justiça Eleitoral – o que configura a prática de “Caixa 2”, além de abuso de poder econômico. O órgão também já reprovou as contas da parlamentar.

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A senadora disputou pela primeira vez uma eleição em 2018 após se aposentar como juíza do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) em março de 2019. Ela obteve 678.542 votos.

Uma nova eleição para a escolha de um novo representante de Mato Grosso ao Senado ocorreu em novembro de 2020, e vencida por Carlos Fávaro (PSD-MT), que ficou em 3º lugar no pleito de 2018. Ele também é o autor da ação que resultou na cassação de Selma Arruda.

FONTE/ REPOST: DIEGO FREDERICI – FOLHA MAX 

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Nota do Enem amplia acesso ao ensino superior em 2026

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A divulgação do resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), no dia 16 de janeiro de 2026, abriu novas possibilidades para estudantes que pretendem ingressar no ensino superior ainda neste ano. Além de ser o principal critério de seleção para universidades públicas, por meio de sistemas como o Sisu, a nota do exame também é amplamente aceita por instituições privadas como forma alternativa de ingresso, dispensando o vestibular tradicional.

Em faculdades particulares, o uso da nota do Enem tem se consolidado como um caminho mais prático para quem deseja iniciar ou retomar a graduação. A modalidade permite concorrer a vagas em diferentes cursos, com processos simplificados e maior agilidade na matrícula.

Outro benefício importante é que o desempenho no Enem é requisito para programas federais de incentivo à educação, como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que possibilita o parcelamento das mensalidades, e o Programa Universidade para Todos (Prouni), responsável pela concessão de bolsas integrais e parciais em instituições privadas.

Além das políticas públicas, algumas instituições oferecem condições especiais para novos alunos que utilizam a nota do Enem, como descontos diretos nas mensalidades, facilitando o acesso ao ensino superior e reduzindo o impacto financeiro da graduação.

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Segundo a diretora da Faculdade Serra Dourada, Daiane Oliveira, o exame cumpre um papel fundamental na democratização do acesso à educação. “O Enem amplia as possibilidades de ingresso e permite que o estudante escolha a melhor forma de iniciar sua graduação, seja por meio de bolsas, financiamentos ou benefícios institucionais”, ressalta.

A orientação é que os candidatos fiquem atentos aos prazos e busquem informações diretamente nas instituições de interesse para conhecer os cursos disponíveis, as formas de ingresso com a nota do Enem e as condições oferecidas para novos alunos em 2026.

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