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Secretaria suspende visitas e limita acompanhantes em hospitais

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A Secretaria Estadual de Saúde suspendeu as visitas e restringiu a presença de acompanhantes de pacientes internados em hospitais sob sua responsabilidade em Mato Grosso.

A restrição vale para acompanhantes e visitas de pacientes com qualquer doença. 

Serão afetados os hospitais regionais de Sorriso, Colíder, Sinop, Cáceres, Rondonópolis e Cácares. Além deles, também entram na lista de restrições o Hospital Metropolitano de Várzea Grande e o Hospital Estadual Santa Casa de Cuiabá.

A decisão foi publicada em uma portaria desta terça-feira (25) e leva em consideração o surto de novos casos do coronavírus e também o crescente número de pessoas infectadas pela gripe Influenza (H3N2).

Com isso, a Secretaria suspendeu por tempo indeterminado as visitas nas unidades de saúde citadas e restringiu o acesso de acompanhantes para apenas nos casos previstos em lei, ou seja, com crianças, idosos e portadores de necessidades especiais (PNEs).

O revezamento de acompanhantes só poderá ocorrer nos casos extremamente necessários e deverá ser avaliado pela equipe técnica ou clínica.

Nas novas circunstâncias, ficará a cargo da unidade de internação monitorar os acompanhantes quanto ao surgimento de sintomas gripais e a necessidade de nova testagem desses casos.

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“Em casos excepcionais e desde que devidamente motivados por fatores clínicos e/ou técnicos, as Unidades Hospitalares gozarão da discricionariedade gestora para permitir exceções”, diz o trecho final da portaria.

 

Casos em alta

Nesta segunda-feira (24) a SES informou que o Estado atingiu a marca total de 601.453 casos confirmados da Covid-19.

Desde o início do ano Mato Grosso vem sofrendo uma crescente exponencial de casos da doença, que havia dado uma trégua nos últimos meses de 2021. Apenas neste fim de semana houve 7.142 novos casos da doença com 26 mortes.

Com este aumento, os hospitais mato-grossenses também começaram a registrar alta de internações. Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 179 internações em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) públicas e 192 em enfermarias públicas.

Devido a esta situação, a Pasta resolveu adotar essas novas medidas para garantir a segurança no atendimento aos pacientes, a integridade dos acompanhantes, visitantes e trabalhadores do serviço de saúde, assim como a prevenção de infecções nas unidades de saúde.

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FONTE/ REPOST: VITÓRIA GOMES – MÍDIA NEWS 

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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