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Juiz diz que EP fez o uso da Saúde para atender interesses políticos e determina mais 90 dias de afastamento

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Nesta quarta-feira (27), o juiz Bruno D’Oliveira Marques, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, determinou que o prefeito da capital Emanuel Pinheiro permaneça afastado do cargo por 90 dias devido a uma série de irregularidades identificadas pelo MPE na Secretaria de Saúde. Uma delas foram as tentativas de obstrução da investigação dos crimes e usar a máquina pública para atender a interesses políticos.

A decisão aponta que Emanuel descumpriu decisão do Tribunal de Contas do Estado e Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) por mais de três anos, e que, mesmo tendo sido realizado processo seletivo para a contratação de servidores, deixou de nomear os temporários aprovados, não rescindindo os contratos frutos de indicações políticas.

Além disso, o magistrado cita que, em pouco menos de um ano do segundo mandato, sete secretários de Saúde foram afastados judicialmente por escândalos de corrupção. Também nomeou no cargo Célio Rodrigues, embora tivesse sido avisado de que ele era investigado por direcionamento de licitação e pedidos de propina na Empresa Cuiabana de Saúde.

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Emanuel foi afastado das funções na semana passada, mas nessa primeira decisão não havia prazo estabelecido. Enquanto isso, o vice-prefeito Roberto Stopa continua no cargo de prefeito.

FONTE: G1MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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