MATO GROSSO
Jovem desaparece após parada na Rodoviária de Cuiabá
MATO GROSSO
Jhonatan Riam Nicacio de Lima, 17 anos, está desaparecido desde o último domingo (05.12), quando saiu do município de Juína (a 757 km de Cuiabá), e desembarcou na rodoviária da Capital.
Segundo um post feito por sua mãe, na página do Facebook, há 19 horas, Jhonatan seguiria para o município de Nova Xavantina (a 663 km de Cuiabá), mas depois da parada na rodoviária não entrou mais em contato com a família.
“(sic) Jente meu filho ta desaparecido desde ontem em Cuiabá .tô desesperada .ele falo comigo na última vês 7 horas da manhã.ele ia pra casa da minha filha em nova xavantina mais não embarcou pra la .até agora sem notícias dele .alguém souber me aviso por favor???????? Jhonatan Rian Sergio Nicacio”.
Em um novo post, a mulher pede que Deus traga o filho para casa: “Deus amado e justo .sei q tudo podi.traiss meu filho de volta para meus braços .não te peço ouro nem prata .senhor só meu filho q e minha alma.meu ar para respirar em ti confio e tenho fé”.
O jovem estava vestindo um short vermelho e camiseta preta quando saiu de sua casa em Juína. Quem tiver informações do paradeiro do jovem pode entrar em contato com a Polícia Civil pelos telefones (65) 3901-4823/4825 ou (65) 99982-7766.
FONTE/ REPOST: GISLAINE MORAIS – VGN
MATO GROSSO
Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque
Abrindo a temporada de exposições 2026 da A Casa do Parque, a mostra fotográfica AURA NOIR será inaugurada nesta quinta-feira (28), às 19h, com entrada gratuita. A exposição marca a estreia da magistrada cuiabana Olinda Altomare na fotografia autoral.
Há quatro anos, ela encontrou na arte fotográfica uma forma de ampliar a percepção do mundo, transformando o ato de fotografar em uma experiência sensorial, contemplativa e de expressão artística.
A mostra reúne oito obras em preto e branco captadas em incursões pela Chapada e pelo Pantanal. Em vez do registro documental ou turístico, Altomare constrói imagens de forte densidade visual, nas quais água, mata, luz e animalidade ultrapassam a paisagem e assumem presença quase escultórica.
Ao optar pela subtração da cor, a artista reorganiza o olhar. O preto, o branco e os contrastes extremos condensam a imagem ao essencial. Uma cabeça de jacaré emerge da água como força silenciosa e ancestral.
Árvores se expandem como arquitetura orgânica. O céu estrelado deixa de ser horizonte para se tornar campo de imensidão. Mais do que uma exposição inaugural, AURA NOIR surge como um primeiro recorte de uma pesquisa imagética marcada pela contenção, pela atmosfera e pela permanência do visível.
“Olinda constrói, em AURA NOIR, uma fotografia baseada em contenção, contraste e permanência. A subtração da cor intensifica a presença da paisagem e desloca o olhar para além do registro documental. Produzidas em fine art, com obras apresentadas também em grandes dimensões, as imagens ampliam a experiência visual e reforçam a relação entre escala e contemplação”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e curadora da exposição.
Em um tempo em que a fotografia frequentemente se dissolve na velocidade da imagem cotidiana, Olinda Altomare opera na direção contrária: desacelera o olhar e devolve peso à contemplação.
Serviço
Assunto: Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque
Horário: 28 de maio, às 19h
Local: A Casa do Parque – R. Maj. Severino de Queiroz, 455 – Duque de Caxias II, Cuiabá
Entrada franca
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