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Escola de Governo de MT tem três artigos selecionados para o XI Congresso Consad de Gestão Pública

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A Secretaria Adjunta da Escola de Governo, unidade vinculada à Secretaria de Planejamento e Gestão de Mato Grosso (Seplag-MT), participa nesta semana, nos dias 22, 23 e 24 de março, em Brasília, do XI Congresso Consad de Gestão Pública.  Na ocasião fará a apresentação de três artigos científicos, selecionados entre os mais de 100 projetos de todos os estados que passaram pela seleção do Congresso.

Organizado pelo Conselho Nacional de Secretários de Estado da Administração (Consad), a conferência é considerada um dos maiores eventos nacionais voltados para a gestão pública no país e um espaço de debates e troca de conhecimentos acerca da administração pública brasileira. O evento trouxe para discussão este ano a temática “Inovação e Modernização Administrativa para os Estados”.

“Estamos muito felizes com a seleção dos trabalhos da Escola de Governo para este Congresso que é um importante palco de debates sobre as boas práticas das políticas públicas na área de gestão com foco no bem-estar do cidadão”, afirmou a secretária adjunta da Escola de Governo, Marioneide Kliemaschewsk.

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Os trabalhos da Escola que foram escolhidos abrangem as temáticas de Escola de Governo e Formação de Liderança em Gestão Pública.

“Os três artigos têm esse caráter, apresentar o trabalho em desenvolvimento no governo de Mato Grosso pela Escola de Governo. Os artigos também contribuem para ampliar a discussão sobre as temáticas do Congresso”, observou o servidor público da Seplag Adriano Sabino Gomes, autor do artigo “Projeto Avalia e Transforma: indicadores de desenvolvimento profissional”.

Também foram selecionados os projetos “LAB EG – Aprendizagem & Inovação”, que tem como autora a servidora Cristiane dos Santos Benvenuto; e “Academia de Novos Líderes: formando líderes e multiplicadores de conhecimento”, de autoria da servidora Luciana Martins Almeida Cavalcanti.

Conforme os organizadores do evento, para os três dias de conferência espera-se reunir, aproximadamente, mil participantes, com atividades que incluirão palestras, mesas redondas e diversas outras atrações nas áreas temáticas de comunicação institucional, compras públicas, responsabilidade ambiental, social e governança, entre outros assuntos.

Adriano Sabino Gomes, autor do artigo “Projeto Avalia e Transforma: indicadores de desenvolvimento profissional”

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Fonte: GOV MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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