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Suspeito teria chutado namorada na cabeça; mulher conseguiu ‘fugir’ após homem pegar no sono

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Trechos do depoimento da namorada de José Clóvis obtidos pelo Olhar Direto trazem novas informações acerca da denúncia de violência doméstica que teria acontecido na madrugada do último sábado (26). A mulher, de 32 anos, teria sofrido agressões com puxões de cabelo, socos e tapas no rosto e, ainda, chutes na cabeça e nos braços. Em nota, a defesa de Marlon afirmou que não houve agressão, mas uma discussão por ciúmes, motivada pelo manuseio de seu celular.
 
Segundo trechos do depoimento, o casal havia ido a uma festa e começou a discutir por conta de ciúmes deJosé Clóvis. Por este motivo, os dois foram embora para a casa dele. No caminho, o homem já ficou mais alterado e começou a dizer que estava com raiva da namorada porque ela estaria “olhando para outro homem”.
 
Assim que entraram no apartamento dele, ele teria começado a agredi-la, puxá-la pelos cabelos e deferir socos e tapas em seu rosto, braços e cabeça. Em dado momento, ele a teria derrubado no solo e deferido chutes contra sua cabeça e braços.
 
Durante a agressão, o José Clóvis teria repetido que ela havia estaria olhando para outro homem e que não deveria fazer isso. Ela teria gritado para que ele parasse, conseguiu se levantar e foi para o quarto.

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O suspeito, então, se deitou na cama e acabou dormindo. Foi neste momento que ela conseguiu pegar um uber para ir para sua casa. Ela foi socorrida por amigas que a levaram para o Hospital Santa Rosa.
 
O caso
 
A Delegacia de Defesa da Mulher de Cuiabá irá investigar uma denúncia contra José Clovis Pezzin de Almeida, de 30 anos, conhecido também como Marllon, suspeito de agredir a própria namorada com socos no rosto e braço. O episódio foi registrado na madrugada deste sábado (26), no bairro Jardim Santa Marta.

Em dezembro de 2021, José Clovis se envolveu em uma confusão próximo de uma boate na avenida Isaac Póvoas, depois de importunar uma mulher. Uma pessoa teria presenciado a cena e ao chamar atenção de José, teria sido agredida com um soco no rosto. Na sequência, José teria ido embora e do estacionamento, teria atirado em direção à vítima.

Na denúncia registrada na Delegacia da Mulher, a vítima solicitou medida protetiva contra o suspeito. O caso foi registrado como lesão corporal.

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Outro lado

Por meio de nota, a defesa de Marlon afirmou que não houve agressão, mas uma discussão por ciúmes, motivada pelo manuseio de seu celular. A mulher teria passado a  agredir o acusado injustificadamente, oportunidade na qual Marlon se defendeu. “Os ânimos se acalmaram naquela noite e hoje se vê surpreendido com a proporção dada ao episódio, com injustas e inverídicas acusações de violência de sua affair”.

A defesa ainda pontuou que o caso corre em segredo e será esclarecido dentro do processo judicial.

FONTE/ REPOST: ISABELA MERCURI – OLHAR DIRETO 

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Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

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Abrindo a temporada de exposições 2026 da A Casa do Parque, a mostra fotográfica AURA NOIR será inaugurada nesta quinta-feira (28), às 19h, com entrada gratuita. A exposição marca a estreia da magistrada cuiabana Olinda Altomare na fotografia autoral.

Há quatro anos, ela encontrou na arte fotográfica uma forma de ampliar a percepção do mundo, transformando o ato de fotografar em uma experiência sensorial, contemplativa e de expressão artística.

A mostra reúne oito obras em preto e branco captadas em incursões pela Chapada e pelo Pantanal. Em vez do registro documental ou turístico, Altomare constrói imagens de forte densidade visual, nas quais água, mata, luz e animalidade ultrapassam a paisagem e assumem presença quase escultórica.

Ao optar pela subtração da cor, a artista reorganiza o olhar. O preto, o branco e os contrastes extremos condensam a imagem ao essencial. Uma cabeça de jacaré emerge da água como força silenciosa e ancestral.

Árvores se expandem como arquitetura orgânica. O céu estrelado deixa de ser horizonte para se tornar campo de imensidão. Mais do que uma exposição inaugural, AURA NOIR surge como um primeiro recorte de uma pesquisa imagética marcada pela contenção, pela atmosfera e pela permanência do visível.

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“Olinda constrói, em AURA NOIR, uma fotografia baseada em contenção, contraste e permanência. A subtração da cor intensifica a presença da paisagem e desloca o olhar para além do registro documental. Produzidas em fine art, com obras apresentadas também em grandes dimensões, as imagens ampliam a experiência visual e reforçam a relação entre escala e contemplação”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e curadora da exposição.

Em um tempo em que a fotografia frequentemente se dissolve na velocidade da imagem cotidiana, Olinda Altomare opera na direção contrária: desacelera o olhar e devolve peso à contemplação.

 

Serviço

Assunto: Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

Horário: 28 de maio, às 19h

Local: A Casa do Parque – R. Maj. Severino de Queiroz, 455 – Duque de Caxias II, Cuiabá

Entrada franca

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