MATO GROSSO
Apostador de Cuiabá crava 15 números e leva R$ 1,3 milhão na Lotofácil
MATO GROSSO
Uma aposta de Cuiabá cravou os 15 números da Lotofácil na noite de hoje levando sozinha R$ 1.331.204,43. O jogo simples de 15 números custou apenas R$ 2,50 e foi realizado na lotérica Milionária que está localizada no bairro Novo Horizonte.
Foram sorteados os números 03-05-07-08-12-13-14-15-16-17-20-21-22-23-24. O sorteio de hoje da Lotofácil também contemplou outros 280 bilhetes com 14 acertos.
Segundo o banco, a premiação nessa faixa ficou em R$ 1.424,09 por bilhete. Também na lotérica Milionária um bolão de 16 números com 15 cotas acertou 14 números pagando R$ 2.848,05.
A arrecadação total da Lotofácil 2504 foi de pouco mais de R$ 18,3 milhões, segundo a Caixa. O sorteio ainda contou com 11.035 vencedores na faixa dos 13 acertos, 126.656 acertaram 12 números e mais 673.245 fizeram 11.
O próximo sorteio da Lotofácil está agendado agora para amanhã (26). Os números do concurso 2505 serão conhecidos a partir das 20h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo na internet, por meio do canal oficial da Caixa no YouTube.
O prêmio fica estimado em R$ 1,5 milhão.
FONTE/ REPOST: REDAÇÃO FOLHAMAX
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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