POLÍCIA
Drogas e armas são apreendidas pela PRF em Mato Grosso durante final de semana
POLÍCIA
Tudo começou na tarde de sexta-feira(20), na Unidade Operacional da PRF do município de Alto Garças/MT, quando a Polícia Rodoviária Federal em Operação Conjunta com a PM/MT abordaram uma carreta do tipo “cegonha”.
Após fiscalização da documentação dos veículos, foi feito uma verificação nos equipamentos obrigatórios, nesse momento foi notado pelos policiais uma estrutura anormal para um dos modelos fiscalizados, o que gerou certa suspeita de estar carregado com ilícitos.
Foi então que efetuaram uma busca mais detalhada e encontraram um compartimento oculto e dentro dele havia 200 tabletes de drogas, cerca de 220 kg de cocaína. O veículo que estava com o entorpecente foi embarcado em Rondonópolis/MT e tinha como destino a cidade de Campinas/SP.
Indagado sobre o ilícito, o condutor da carreta informou que foi contratado em um grupo de caminhoneiros e transportadoras para efetuar o transporte dos veículos e que não tinha conhecimento das substâncias ilícitas encontradas.
Diante dos fatos, ficou caracterizado, a princípio, o crime de tráfico de drogas, tudo foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Alto Garças para os procedimentos cabíveis.
No sábado (21), agora em Sinop, uma equipe da PRF abordou um veículo cinza que circulava pela região. No decorrer da abordagem, notou-se que havia duas espingardas calibre .22 e algumas munições no banco traseiro do veículo. Questionado sobre as armas, o motorista confessou que eram de sua propriedade, porém não possuía registro e nem autorização legal de transporte do armamento.
Diante das informações, o homem foi detido, a princípio, pelo crime de porte ilegal de arma de fogo e encaminhado à Delegacia de Polícia Judiciária para os procedimentos cabíveis.
Na última ocorrência do final de semana, ontem (22), em Primavera do Leste, um ônibus que fazia o trajeto Itaituba/PA – Goiânia/GO foi fiscalizado no final da noite.
Durante fiscalização aos passageiros, uma mulher apresentou muito nervosismo e dava declarações contraditórias quando questionada sobre a viagem que fazia. Ao verificarem a mochila da passageira, os policiais encontraram um tablete de crack pesando cerca de 1kg. A mulher estava bastante agressiva, chegou a arremessar o celular no chão e quebrá-lo, sendo necessário a contenção dela para resguardar sua integridade física, da equipe e de terceiros.
Ainda no mesmo ônibus, foi encontrado um revólver calibre .38, o qual pertencia a um homem que viajava em outra poltrona, sem qualquer envolvimento com a passageira que carregava a droga. Ao ser indagado sobre o fato, o passageiro afirmou que utilizava a arma de fogo para sua própria defesa em uma fazenda em Altamira-PA e estava vindo para Primavera do Leste – MT, onde passaria alguns dias na casa de sua mãe.
Diante da situação, a mulher foi detida, a princípio, pelo crime de tráfico de drogas e o homem foi detido, em tese, por porte ilegal de arma de fogo, os dois foram encaminhados à Delegacia de Polícia Judiciária de Primavera do Leste para os procedimentos legais.
Em pouco mais de quatro meses, a Polícia Rodoviária Federal já retirou de circulação das rodovias federais do Mato Grosso mais de 6 Toneladas de drogas e apreendeu 21 armas.
MATO GROSSO
Operação Prende Suspeitos de Envolvimento em Ataques a Casa e Escritório de Advogado
A Delegacia da Polícia Civil de Lucas do Rio Verde deflagrou a Operação Contra Impetum para cumprir nove mandados judiciais, nesta quinta-feira (16.1), contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos no ataque à casa e escritório de um advogado e a uma empresa da cidade.
Estão em cumprimento seis ordens de prisão e três de buscas e apreensões empregando um efetivo de policiais civis da região, com apoio da Gerência de Operações Especiais da Polícia Civil.
A operação é uma contrarresposta da Polícia Civil aos ataques ordenados por membros da facção criminosa contra três locais em Lucas do Rio Verde. Os mandados foram deferidos pelo juízo da 5a Vara Criminal de Sinop, de combate ao crime organizado.
O primeiro ataque ocorreu no dia 1° de novembro contra a sede de uma empresa agrícola. O segundo foi registrado na noite de dois de novembro, contra o escritório do advogado. No dia seguinte, a residência do profissional foi também alvo de disparos de arma de fogo.
Investigação
Com o início das diligências investigativas, a equipe da Delegacia de Lucas do Rio Verde apurou que na data anterior aos ataques ao escritório e casa do advogado, a sede de uma empresa agrícola na cidade também foi alvo de disparos de arma de fogo.
As investigações apontaram que os ataques foram ordenados por dois integrantes de uma facção, identificados no inquérito policial, e executados por cinco outros criminosos ligados ao grupo. Um dos líderes da facção chegou a enviar mensagens ao advogado dizendo que o profissional teria que ‘devolver’ um veículo, recebido como pagamento de honorários. O empresário também recebeu ameaças por mensagens.
As diligências identificaram os autores dos ataques, sendo um deles preso no decorrer da investigação. Conforme a apuração, os executores afirmaram que o ataque ao escritório era ‘pra dar um susto no advogado’, pois o profissional estaria, supostamente, dando golpe em clientes. A Polícia Civil também identificou a outra dupla que fez os disparos que atingiram a casa do advogado.
Em relação ao ataque à empresa agrícola, a investigação apurou que os disparos foram ordenados por duas pessoas contra quem o empresário havia ajuizado uma ação sobre a disputa de um imóvel em Lucas do Rio Verde. Após a vítima entrar com a ação, passou a receber ameaças.
Reaver veículo e desistência de ação
De acordo com a apuração, o advogado atuou na defesa de duas pessoas presas em flagrante em outra ocorrência. Como pagamento pelos honorários, ele havia recebido um veículo.
Contudo, o cliente tentou reaver o veículo, mesmo sem pagar os honorários combinados. Em uma das oportunidades, o cliente teria saído do escritório do advogado afirmando que resolveria a situação de uma forma ou de outra.
As informações reunidas na investigação indicaram que o cliente defendido pelo advogado fez contato com os criminosos que lideram a facção em Lucas do Rio Verde e pediu que empregassem alguma ação para fazer o advogado devolver o veículo usando, para tal fim, qualquer meio violento.
Além disso, o mesmo investigado também pediu aos criminosos que empregassem uso de violência contra o empresário para forçá-lo a desistir da ação judicial em andamento. Diante dos pedidos criminosos, os líderes da facção recrutaram os cinco suspeitos identificados na investigação para fazer os disparos contra os três locais.
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