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Governo de MT conclui manutenção predial na Agência Fazendária de Querência

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A Secretaria de Fazenda (Sefaz) concluiu a manutenção predial da Agência Fazendária de Querência, localizada na região Nordeste do Estado. Os serviços foram realizados na estrutura física incluindo a parte da cobertura, forro, calhas, recuperação das paredes, esquadrias, troca de portas, pintura interna e externa, além de manutenção e adequação dos banheiros.

“A manutenção predial foi realizada visando, sobretudo, oferecer maior conforto aos contribuintes que são atendidos na unidade e melhores condições de trabalho para os servidores. Estamos entregando um local mais salubre tanto para o cidadão, como para o servidor”, declarou a secretária Adjunta de Administração Fazendária, Radiana Clemente.

A secretária lembrou, ainda, que a retomada do equilíbrio fiscal e financeiro do Estado possibilitou que investimentos e entregas como essas fossem realizadas. “Sem a recuperação econômica e o equilíbrio fiscal, não teríamos condições de realizar essas melhorias”.

A execução da manutenção da Agência Fazendária de Querência foi feita pela empresa contratada Engefap Engenharia Ltda, com um investimento de cerca de R$ 110 mil. Além dessa obra, a Secretaria de Fazenda finalizou esse ano a reforma de outras cinco unidades fazendárias, entre Agências e Postos Fiscais, localizadas em Lucas do Rio Verde, Cáceres, Sorriso, Tangará da Serra e Guarantã do Norte.

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O Complexo I, da sede administrativa da Sefaz, localizada no Centro Político Administrativo, também está passando por uma reforma que visa modernizar toda a instalação. Serão investidos R$ 15.296.332,40 e a execução do projeto é realizada por meio de um termo de cooperação técnica firmado entre as secretarias de Infraestrutura e Logística e de Fazenda.

Fonte: GOV MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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