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Cine Teatro Cuiabá recebe o espetáculo “Você me mata de vergonha” nesta sábado (16)

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O Cine Teatro Cuiabá recebe, neste sábado (16.07), às 20h, o espetáculo “Você me mata de vergonha”, comédia protagonizada pelas personagens Laurenço e Nicolina. O espetáculo marca o retorno de J. Astrevo e Lioniê Vitório ao palco pós-pandemia. A dupla é conhecida por interpretar Nico e Lau.

Os ingressos estão sendo vendidos a R$ 30,00 (meia entrada + 1 kg de alimento) e R$ 60,00 (inteira). Meia entrada é necessário apresentar comprovante. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Cine Teatro Cuiabá, das 14h às 18h, de terça-feira a domingo, ou pelo Sympla no link https://www.sympla.com.br/voce-me-mata-de-vergonha__1622269.

Em “Você me mata de vergonha” o casal experimenta uma nova realidade cotidiana a partir da aposentadoria de Laurenço. Para ele a nova fase deveria representar descanso e tranquilidade, para Nicolina deveria ser uma oportunidade de ressignificação na relação, com compartilhamento das tarefas domésticas. Pronto, começou a confusão!

O Cine Teatro Cuiabá é um dos equipamentos culturais da Secretaria de Estado de Cultura Esporte e Lazer (Secel-MT). O teatro fica localizado na Avenida Getúlio Vargas, n° 247 – Centro, Cuiabá – MT.

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Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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