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Brasil segue na elite do rugby feminino devido à suspensão da Rússia
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A World Rugby, federação internacional da modalidade, informou nesta quarta-feira (20) que o Brasil segue como seleção fixa do circuito mundial feminino de sevens (disputa com sete atletas de cada lado) para a temporada 2022/23. As brasileiras se beneficiaram da punição à Rússia, suspensa de todas as competições devido à invasão militar do país à Ucrânia.

As Yaras (apelido da equipe feminina do Brasil) encerraram a temporada passada, após seis etapas, na 11ª e última posição, com dois pontos a menos que a Espanha. A campanha, a princípio, rebaixaria as brasileiras. A World Rugby, porém, manteve a suspensão às russas, aplicada já no circuito de 2021/22 e que as deixou fora das duas etapas finais. As europeias haviam terminado na oitava colocação.
🏹Yaras mantidas na elite do Circuito Mundial de Rugby Sevens🏉
As 11 seleções fixas do Circuito para a temporada 2022-23 serão:
🇦🇺AUS, 🇳🇿NZL, 🇫🇯FIJ, 🇺🇸EUA, 🇨🇦CAN, 🇫🇷FRA, 🇮🇪IRL, 🇬🇧GBR, 🇪🇸ESP, 🇧🇷BRA e a campeã da 2a divisão.
Mais:https://t.co/tyTVjBGkXf#VemProRugby #Yaras pic.twitter.com/rKFUOAhWzM
— Brasil Rugby (@brasilrugby) July 20, 2022
Os demais participantes do circuito são Austrália (atual campeã), Nova Zelândia, Fiji, França, Estados Unidos, Canadá, Grã-Bretanha (no lugar da Inglaterra, também em acordo com as federações de Escócia e País de Gales), Irlanda e Espanha, além da seleção campeã da segunda divisão mundial. Será a quarta temporada das Yaras na elite do rugby feminino, sendo a terceira consecutiva.
A presença no circuito permite às brasileiras atuar regularmente contra as principais seleções do mundo. A estreia na temporada será nos dias 2 e 3 de dezembro deste ano, em Dubai (Emirados Árabes Unidos). As etapas seguintes estão marcadas para Cidade do Cabo (África do Sul), Hamilton (Nova Zelândia), Sydney (Austrália), Vancouver (Canadá), Hong Kong e Toulouse (França).
Antes, entre 9 e 11 de setembro, as Yaras disputam o Campeonato Mundial, na Cidade do Cabo. As brasileiras estiveram nas três edições anteriores do torneio, com o décimo lugar de 2009, em Dubai, como melhor campanha. Em 2013 (Moscou, na Rússia) e 2018 (San Francisco, nos EUA), a equipe chegou na 13ª posição.
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
Fonte: EBC Esportes
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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