ESPORTES
Fórmula Kite: Brasileiros ficam fora da regata da medalha no Mundial
ESPORTES
Terminou neste domingo (16), em Cagliari (Itália), a edição 2022 do Campeonato Mundial de Fórmula Kite, classe da vela que estreará na Olimpíada de Paris (França), em 2024. Ouro nos Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru), em 2019, Bruno Lobo teve o melhor desempenho entre os quatro brasileiros, todos maranhenses, terminando a disputa masculina na 18ª posição, entre 92 velejadores.

Lobo conquistou, também, o resultado mais positivo das Américas entre os homens, uma posição a frente do estadunidense Kai Calder. Lucas Fonseca finalizou no 62º lugar e Bruno Lima foi o 88º. O esloveno Toni Vodisek ficou com a medalha de ouro. Maximilian Maeder, de Singapura, levou a prata, com o francês Axel Mazella completando o pódio.
No feminino, Maria do Socorro Reis foi a 42ª colocada, sendo a quarta melhor do continente, atrás das norte-americanas Daniela Moroz (campeã) e Kirstyn Obrien e da colombiana Maria Lizeth Rojas. A francesa Lauriane Nolot conquistou a prata entre as mulheres. O bronze ficou com a britânica Ellie Aldridge. A competição reuniu, em Cagliari, 58 velejadoras.
A participação brasileira chegou ao fim no sábado (15). Para chegarem às regatas da medalha, realizadas neste domingo, eles precisavam estar entre os dez primeiros da classificação geral. Os dois melhores avançaram direto à prova final, enquanto os demais foram divididos em duas semifinais, com quatro barcos em cada, nas quais os vencedores se garantiram na disputa pelo ouro.
”Não podemos esquecer que é o início de uma campanha olímpica e em uma nova classe que ainda tem muito o que evoluir. O Bruno [Lobo] ratifica sua posição de melhor da América, um bom sinal para as próximas competições, incluindo o Pan de Santiago [Chile], em 2023″, analisou o técnico da Confederação Brasileira de Vela (CBVela), Eduardo Abad, em nota à imprensa.
Além da Fórmula Kite, outra nova categoria olímpica da vela será a iQFoil. Os eventos ocupam os lugares das classes RS:X e Finn. As provas Laser (masculino), Laser Radial (feminino), 49er (masculino), 49erFX (feminino) e Nacra 17 (misto) estão mantidas em Paris 2024, assim como a 470, que passa a ser disputada em duplas mistas.
Fonte: EBC Esportes
ESPORTES
“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
Ouça o Biodiversa Podcast nas principais plataformas de áudio:
Spotify
Amazon Music
YouTube
Siga o Biodiversa nas redes sociais:
Instagram: @biodiversapodcast
-
MATO GROSSO5 dias atrásFitDance Champions e Arena Panini estão entre as atrações do fim de semana em Cuiabá
-
MATO GROSSO5 dias atrásCONCEEL-EMT define agenda de capacitações para reforçar atuação dos conselheiros
-
MATO GROSSO5 dias atrásDo agro a Milão: empresária de MT busca na maior semana de design do mundo referências para criar cidades do futuro
-
MATO GROSSO5 dias atrásRemédio sem hormônio para a menopausa abre alternativa para quem ficou anos sem tratamento
-
ESPORTES3 dias atrás“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
-
MATO GROSSO2 dias atrásFisioterapeuta traz a Cuiabá protocolos apresentados em congresso internacional sobre lipedema
-
ARTIGOS3 dias atrásÉ hora de atualizar o Simples Nacional
-
MATO GROSSO8 horas atrásPizzaiola entra no clima da Copa e premia mais de 100 clientes com rodízios gratuitos; Confira como participar!