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Bens da empresa TUT transportes são leiloados para pagamento de credores
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A magistrada Anglizey Solivan de Oliveira, juíza da Vara Especializada em Recuperação Judicial e Falência de Cuiabá, autorizou o leilão dos bens da empresa TUT Transportes para o pagamento de credores. Entre os bens leiloados está a sede da empresa, em Cuiabá, avaliada em R$ 25 milhões. (Confira a lista de bens no link da empresa responsável pelo leilão)
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Os imóveis que serão leiloados neste primeiro leilão somam a quantia de aproximadamente R$ 30 milhões e estão localizados nas cidades de Juína, Aripuanã, Cuiabá, e Tangará da Serra, conforme consta no plano de realização de ativos apresentado pela empresa Zapaz Administração Judicial, que auxilia a magistrada e representa a massa falida da TUT Transportes.
Após aguardarem por 17 anos, os credores trabalhistas receberão seus créditos decorrentes das rescisões e salários da época em que a empresa ainda exercia atividade empresarial, e que, após não conseguir se recuperar teve sua recuperação judicial convertida em falência em julho de 2021. Cerca de 700 trabalhadores receberão seus créditos após a venda dos imóveis.
A decisão de falência trouxe segurança jurídica ao revelar seu real cenário de acúmulo de dívidas e descumprimento do plano de recuperação judicial, permitindo que seja dado o correto destino ao patrimônio da falida TUT Transportes, qual seja, pagar seus credores.
FONTE/ REPOST: ARTHUR SANTOS DA SILVA – OLHAR DIRETO
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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