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Seleções municipais de basquete e vôlei disputam Jogos Abertos Mato-grossenses

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Chegou a vez das seleções municipais de basquetebol e voleibol competirem nos Jogos Abertos Mato-grossenses 2022. Promovida pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), a competição estadual da categoria adulta reúne equipes femininas e masculinas em Campo Novo do Parecis neste fim de semana.

O acendimento da pira olímpica, que simboliza a abertura oficial do evento, será nesta sexta-feira (16.12), às 20h, no ginásio Delmir Gonçalves Rosa, localizado na Praça da Bíblia. Aberta ao público, a solenidade contará com a participação de autoridades locais, representantes da Secel e delegações esportivas. 

De 16 a 18 de dezembro, as partidas serão disputadas a partir das 7h30. Os ginásios Delmir Gonçalves Rosa e da Escola Municipal Nossa Senhora Aparecida recebem os jogos de voleibol, e o ginásio João Laurindo da Silva acolhe o basquetebol.

No total, 14 equipes de basquetebol e 18 de voleibol participam do evento, representando os municípios de Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Cláudia, Cuiabá, Guiratinga, Juína, Nossa Senhora do Livramento, Nova Mutum, Rondonópolis, Santo Antônio de Leverger, Sapezal, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra e Várzea Grande.

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Na semana anterior, de 08 a 11 de dezembro, o município de Sorriso sediou as disputas de futsal e handebol na competição estadual. Foram consagradas campeãs as seleções de Tangará da Serra (futsal feminino), de Juara (futsal masculino), Sinop (handebol feminino) e Várzea Grande (handebol masculino).

A edição dos Jogos Abertos Mato-grossenses marca o encerramento dos eventos esportivos promovidos pela Secel em 2022. Para sua realização, a Pasta Estadual conta com a parceria dos municípios-sedes.

Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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