MATO GROSSO
Governador Mauro Mendes é diplomado para novo mandato: “Faremos não só o que é possível, mas aquilo que é melhor aos mato-grossenses”
MATO GROSSO
Ao receber o diploma do Tribunal Regional Eleitoral para uma nova gestão no comando do Estado de Mato Grosso, o governador Mauro Mendes afirmou que sua meta é entregar um segundo mandato melhor que o primeiro, “pois pegaremos um estado muito melhor do que encontramos em 2019”.
A diplomação pela Justiça Eleitoral ocorreu na noite desta quinta-feira (15.12), na Assembleia Legislativa. Além do governador, foi diplomado o vice Otaviano Pivetta e os eleitos como senador, suplentes de senador, deputados federais e estaduais por Mato Grosso.
“Vamos trabalhar com a mesma lealdade, a mesma determinação, e a mesma coragem que marcou esse primeiro mandato. Iremos receber um estado muito melhor do que nós pegamos em janeiro de 2019, e isso aumenta a nossa responsabilidade. Teremos que entregar muito mais resultados, e para isso vamos precisar de foco e harmonia entre os Poderes”, afirmou ele, que estava acompanhado da primeira-dama Virginia Mendes e dos filhos Luis Mendes e Maria Luiza.
Mauro Mendes agradeceu a expressiva votação recebida nas eleições deste ano e lembrou do trabalho realizado nesta gestão para que Mato Grosso deixasse de ser um estado praticamente quebrado para o que mais investe em obras e ações em favor do cidadão.
“Pegamos um estado que se desequilibrou, um estado que não honrava seus compromissos. Então foi um grande desafio não sobre mim apenas, mas sobre todos nós. Quero aqui agradecer a Assembleia Legislativa que aprovou os projetos que encaminhamos, para reconstruir essa história recente de Mato Grosso”, citou.
O governador diplomado ressaltou a importância de ter reequilibrado as finanças do Estado, medida que possibilitou a execução de políticas públicas em todas as áreas, desde os investimentos no Social, pagamentos em dia aos servidores e fornecedores, entrega de 2500 km de asfalto novo, modernização de unidades de saúde e a construção em andamento de seis grandes hospitais.
“Passamos a arrecadar corretamente os impostos, mas devolvendo esses impostos a todos nós mato-grossenses em forma de obras e ações. Muito obrigado a todos aqueles que confiaram em nós o seu voto. Agradeço a esses 1 milhão e 114 mil mato-grossenses, que representam quase 70% da população que confiou mais uma vez nesse projeto”, disse.
Para o chefe do Executivo, a expectativa é entregar muito mais resultados positivos do que os obtidos no atual mandato.
“Fazer o que é certo nem sempre é o mais fácil, mas é o necessário para você construir resultados de médio e longo prazo. É preciso pensar fora do quadrado e ter coragem de tomar decisões disruptivas. Não vamos fazer somente o que é possível, pois isso todos podem fazer. Juntos faremos aquilo que é melhor aos mato-grossenses”, concluiu.
O senador reeleito Wellington Fagundes também destacou a eficiência conquistada pela atual gestão.
“Mato Grosso é o primeiro Estado que faz uma concessão de uma ferrovia estadual. E agora também somos os primeiros a conseguir uma concessão de rodovia federal, que é a BR 163, onde o Estado chamou pra si a solução disso. Estarei ao lado do governador, e desse grupo que será exemplo para o Brasil em todos os índices. Continuarei em sintonia com o Governo do Estado para trazer melhorias à população”, declarou.
O deputado federal eleito Fabio Garcia também pontuou que, sob Mauro Mendes, Mato Grosso se transformou em destaque nacional.
“Quero parabenizar o governador pela eleição, pelo mandato e pelas conquistas. Conseguimos ter a menor taxa de desemprego do país, o maior pacote de obras do Brasil, e criar soluções inovadoras como a ferrovia estadual e a BR-163. Esse é um trabalho conjunto que nos faz reafirmar nossa crença na boa politica”, destacou
Também participaram do evento o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Paulo Alvim, e o senador eleito por São Paulo, Marcos Pontes.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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