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Mauro acusa Emanuel por rombo milionário e nega ajuda do Estado: “Prefeitura que resolva”

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O governador Mauro Mendes (União Brasil), em entrevista à imprensa, afirmou que o problema da saúde pública da Capital é da Prefeitura de Cuiabá, do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), e que não cabe ao seu governo cobrir o rombo de R$ 350 milhões apontado em levantamento do Gabinete de Intervenção. “A Prefeitura criou o problema e ela tem que resolver. Isto não existe, a culpa é da Prefeitura, é do prefeito. Não cabe ao governo cobrir esse rombo. Senão seria fácil né?”, disse Mendes.

 

O interventor Hugo Fellipe Martins de Lima apontou que a Saúde de Cuiabá possui um rombo de mais de R$ 350 milhões, e possui apenas R$ 5,6 milhões em caixa. “Não tenho responsabilidade de transferir verba adicional em função da intervenção, vamos continuar transferindo as verbas constitucionais, legais”, destacou o governador à imprensa.

 

O levantamento do interventor mostra que a saúde pública de Cuiabá está em colapso. Nota enviada à imprensa diz pelo Gabinete de Intervenção diz que “a situação da saúde de Cuiabá é de evidente colapso financeiro, tendo em vista a existência de dívidas sem o respectivo recurso financeiro para pagamento. O estouro apurado até o momento supera R$ 350 milhões, não havendo dinheiro em caixa para honrar sequer as dívidas mais urgentes da saúde”.

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Questionado sobre esse fato, o governador Mauro Mendes disse isso mostra a má gestão da saúde na Capital. “O que acontece ali é algo que afronta todos os princípios da administração, algo estarrecedor. Estamos fazendo o diagnóstico para entender o tamanho do problema para pensar em soluções”, completou Mendes.

 

Fonte: O Documento

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Desequilíbrio de Poder e o Papel do Senado

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A recente pesquisa que aponta que 66% do eleitorado deseja votar em candidatos ao Senado comprometidos com o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal revela muito mais do que uma simples preferência política. Trata-se de um sinal claro de insatisfação popular com o atual cenário institucional do país.

Nos últimos anos, temos assistido a um protagonismo crescente do Supremo Tribunal Federal, muitas vezes avançando sobre competências que, em um ambiente de harmonia entre os poderes, deveriam ser exercidas com maior equilíbrio. O Judiciário é, sem dúvida, peça fundamental na manutenção do Estado Democrático de Direito, mas não pode atuar sem os devidos freios e contrapesos.

O Senado Federal, por sua vez, possui uma das mais importantes atribuições nesse sistema: a de julgar ministros do STF em casos de crimes de responsabilidade. No entanto, o que se observa é uma postura muitas vezes omissa diante de denúncias graves, que vão desde suspeitas de corrupção até acusações de abuso de autoridade.

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Esse cenário contribui para o enfraquecimento da confiança da população nas instituições. Quando não há equilíbrio entre os poderes, quem perde é a democracia. O sentimento popular expresso na pesquisa é, portanto, um reflexo direto dessa percepção de desequilíbrio.

É fundamental que o Senado reassuma sua independência e exerça plenamente suas prerrogativas constitucionais. Não se trata de confronto entre poderes, mas de restabelecer a harmonia prevista na Constituição. Um Senado atuante é essencial para garantir que nenhum poder se sobreponha aos demais.

O Brasil precisa de instituições fortes, mas também responsáveis e equilibradas. O momento exige coragem, compromisso com a Constituição e respeito à vontade popular.

Euclides Ribeiro é advogado especialista em recuperação judicial e pré-candidato ao Senado por Mato Grosso

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