MATO GROSSO
Aneel faz audiência para tratar do aumento da tarifa de energia em Mato Grosso que vai subir até 9%
MATO GROSSO
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) promoveu hoje, em Cuiabá, uma audiência para apresentar a proposta de revisão tarifária da Energisa Mato Grosso. A proposta prevê reajuste das tarifas aos consumidores nos índices de 9,17% para baixa tensão em média, 8,54% para alta tensão em média e 9,36% de efeito médio para o consumidor.
Segundo a Agência, os itens que contribuíram para os índices calculados foram os encargos setoriais, compra de energia e custos de transmissão. O reposicionamento tarifário, elaborado na Revisão Tarifária Periódica, consiste na redefinição das tarifas em nível compatível com a cobertura dos custos operacionais eficientes e com a remuneração dos investimentos prudentes.
A audiência ocorreu após a abertura de consulta pública sobre a revisão tarifária da distribuidora, que atende o estado de Mato Grosso. O prazo para o envio de sugestões se iniciou em 14 de dezembro de 2022 e termina em 17 de fevereiro deste ano.
Após análise das contribuições recebidas, a Diretoria da Agência decidirá, em reunião pública, os índices finais, que irão vigorar a partir de 8 de abril.
No evento, presidido pelo diretor da ANEEL, Ricardo Tili, compareceram 50 pessoas. A Audiência foi realizada no auditório Otacílio Borges Canavarros do prédio do Sistema Federação das Indústrias no Estado do Mato Grosso (FIEMT).
Redação Só Notícias (foto: assessoria)
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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