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Corpo de Bombeiros captura lobo-guará que entrou em casa em Lucas do Rio Verde

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso fez a captura de um lobo-guará, que se encontrava dentro de uma residência, na noite dessa terça-feira (28/02), em Lucas do Rio Verde. 

A equipe de salvamento da 13ª Companhia Independente Bombeiro Militar (13ª CIBM) foi até o local após solicitação dos moradores e contou com o apoio do Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS), que isolaram o animal no quarto e usaram tranquilizantes para imobilizá-lo. 

O trabalho feito por cinco militares e um veterinário da área durou cerca de 40 minutos.

O logo foi transportado na viatura de resgate até o CETAS, onde passará por reabilitação, até ser solto na natureza.

O veterinári que atendeu o caso informou que se trata de um lobo-guará adulto, fêmea, com peso de aproximadamente 20 kg, aparentemente com um edema inflamatório na garganta. Por causa disso, deve passar por tratamento especializado, antes da soltura em área de preservação (APP). 

A espécie é um dos símbolos do Cerrado e encontra-se na lista de animais ameaçados de extinção.

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Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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