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Secretaria de Saúde de MT faz parceria com a PM para oferecer equoterapia a pacientes do Cridac

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) vai disponibilizar o tratamento de equoterapia aos pacientes do Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac). O novo serviço é resultado de um termo de cooperação firmado nesta semana entre a SES e a Polícia Militar de Mato Grosso, que vai oferecer os cavalos da polícia montada para as sessões.

A expectativa é de que a nova terapia com atividades de equitação inicie em abril, assim que concluída as questões administrativas da parceria.

“Nosso objetivo é ofertar o que há de mais moderno e efetivo na reabilitação ou tratamento de pacientes do Cridac. O trabalho conjunto entre a SES e a Polícia Militar beneficiará muito os usuários em tratamento pelo SUS”, afirma o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Conforme o diretor do Cridac, Luiz Antônio Ferreira, o novo serviço é um avanço para a saúde do Estado, já que, atualmente, nenhum município oferta o tratamento de equoterapia pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Os pacientes que necessitavam dessa terapia buscavam apoio de ONGs para conseguir o tratamento, mas graças a uma gestão sensível à causa, vamos disponibilizar a equoterapia no Cridac. Isso deixa os profissionais e pacientes felizes, pois aguardavam ansiosamente pelo serviço”, diz o diretor. 

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Conforme o termo de cooperação, a terapia será realizada no Parque de Exposições da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat).

Luiz explica que o Cridac disponibilizará os profissionais e a equipe de cavalaria da PM disponibilizará os cavalos. “Nossos profissionais estão habilitados para executar o tratamento. Eles foram capacitados em 2022 pela Associação Nacional de Equoterapia”, informa.

Atualmente, o Cridac atende cerca de 300 pacientes com transtorno do espectro autista. De acordo com Luiz, espera-se que metade desses pacientes tenham indicação médica para a equoterapia.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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