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“Um espaço onde as mães podem deixar seus filhos seguros”, afirma primeira-dama

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A primeira unidade do programa Ser Família Criança foi inaugurada nesta quinta-feira (09.03) em Poconé pela primeira-dama do Estado Virginia Mendes, idealizadora do projeto e voluntária na Unidade de Ações de Apoio às Famílias (UNAF), pelo governador Mauro Mendes, prefeito Tatá Amaral e primeira-dama Joelma. As aulas iniciaram com 400 crianças matriculadas sendo, 200 no período matutino e 200 no período vespertino com capacidade para atender mil alunos.

Participaram do evento o secretário-chefe da Casa Civil e suplente de senador Mauro Carvalho; secretários de Estado; deputados estaduais Beto Dois a Um e Alex Sandro; vereadores; secretários municipais; colaboradores da escola e familiares dos alunos.

“Esse foi um projeto sonhado com muito carinho e atenção. Quando fui primeira-dama de Cuiabá cuidei do projeto Siminina, depois que saí da gestão fiquei com muita saudade, muita vontade de cuidar das crianças novamente. Com a oportunidade de entrar no Estado logo pensei no SER Criança Família. Então as mães que têm as crianças no contraturno podem trabalhar tranquilamente, porque aqui serão bem assistidas, com um local seguro e de qualidade”, disse a primeira-dama Virginia Mendes.

Conforme o projeto, as crianças terão acesso ao acompanhamento de profissionais habilitados para o desenvolvimento das atividades, incluindo oficinas lúdicas, cognitivas, esportivas e culturais, além da garantia de todas as refeições diárias. Virginia Mendes agradeceu a primeira-dama Joelma pela parceria no projeto.

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“A primeira-dama Joelma é uma grande parceira, quando eu pensei e idealizei esse projeto, ela junto com o deputado Max Russi me procuraram para implantar o SER Família Criança em Poconé. Achei maravilhoso, porque a cidade é próxima à Cuiabá, o que nos ajudou muito no acompanhamento das obras do projeto piloto”, agradeceu.

O custo da construção do prédio foi de R$ 2.027.604,06, e o Governo vai investir por ano o total de R$ 7.107.155,10 no programa, alcançando outros municípios. O governador Mauro Mendes destacou a união de esforços e a dedicação da primeira-dama Virginia Mendes, desde a idealização do programa até a conclusão da obra.

“Ninguém faz absolutamente nada sozinho, todos têm um papel importante. O prefeito Tatá Amaral e a primeira-dama Joelma, e todas as pessoas que colaboraram para a entrega dessa obra são responsáveis por essa conquista. Tudo isso que vocês estão vendo foi pensado e idealizado com muito carinho pela primeira-dama Virginia Mendes. Parabéns por toda dedicação. Espero que nos próximos anos as crianças que aqui estão possam ter a oportunidade de complementar o aprendizado. Tudo aqui foi preparado com muito amor, esse é um compromisso social com as crianças que são importantes para o futuro do nosso país”.

Mauro Carvalho elogiou o padrão da obra e pontuou o diferencial das ações da primeira-dama Virginia Mendes. “Parabéns pelos resultados dessa obra tão sonhada por você primeira-dama Virginia Mendes. Essa frase nas costas dos uniformes das crianças representa muito a pessoa da primeira-dama de MT: ‘Ainda que falasse a língua dos homens e falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria’. Ela faz tudo com muito amor, com muita dedicação, da mesma forma que ela atende seus filhos, ela quer atender toda sociedade mato-grossense”, destacou.

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“Primeira-dama Virginia, nós seremos eternamente gratos, porque são crianças, são famílias que estão sendo atendidas com primeira linha. Temos aqui psicóloga, assistente social, enfim, vários segmentos cognitivos. Nós já temos aqui crianças autistas inscritas e o prefeito vai determinar uma assistente para acompanhar esses alunos. A senhora é primeira-dama que cuida de Poconé, um exemplo para todo Estado e para todo país. Que Deus abençoe o nosso governador, a nossa primeira-dama e dê forças para que esse trabalho se multiplique”, declarou a primeira-dama do município, Joelma.

Para o prefeito, o programa SER Família Criança é um marco para a população. “Aqui está uma conquista que jamais esperávamos. Ter essa obra é um marco em nosso município.  Parabéns dona Virginia, uma mulher lutadora e batalhadora que conseguiu trazer para nós essa belíssima escola”.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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